- O Índice de Progresso Social Brasil 2026 avalia 57 indicadores sociais e ambientais em três dimensões: necessidades básicas, bem-estar e oportunidades.
- Gavião Peixoto, interior de São Paulo, lidera o ranking, seguido por Jundiaí, Osvaldo Cruz e Pompéia, todos no estado.
- Entre as capitais, Curitiba ocupa a primeira posição, seguida por Brasília e São Paulo; as três aparecem entre as 20 melhores, enquanto Maceió, Macapá e Porto Velho estão entre as piores.
- A diferença entre as capitais mais bem e mais mal avaliadas passa de 12 pontos.
- A coordenadora Melissa Wilm ressalta que, apesar do desempenho das capitais, há dificuldades em inclusão social, violência contra minorias e disparidades de gênero e raça nas câmaras municipais.
Ranking Geral
Quatro cidades paulistas ocupam as primeiras posições do IPS Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20/5). O índice avalia 57 indicadores sociais e ambientais, distribuídos em necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades.
A liderança ficou com Gavião Peixoto (SP), seguida por Jundiaí (SP), Osvaldo Cruz (SP) e Pompéia (SP). Sudeste domina o ranking, com as maiores pontuações entre as cidades avaliadas.
Entre as capitais, Curitiba ocupa a dianteira, seguida por Brasília e São Paulo. As três aparecem entre as 20 melhores, enquanto Maceió, Macapá e Porto Velho aparecem entre as piores posições. A diferença entre as capitais bem posicionadas e as menos eficazes supera 12 pontos.
Observações sobre o IPS Brasil 2026
O IPS Brasil mede qualidade de vida com base em três dimensões: necessidades básicas, bem-estar e oportunidades. O estudo ressalta que, mesmo entre capitais com bom desempenho, há desafios na inclusão social, como violência contra minorias, população em situação de rua e desigualdade de gênero e raça.
- Os 20 municípios com as maiores pontuações:
- Gavião Peixoto (SP) – 73,10
- Jundiaí (SP) – 71,80
- Osvaldo Cruz (SP) – 71,76
- Pompéia (SP) – 71,76
- Curitiba (PR) – 71,29
- Nova Lima (MG) – 71,22
- Gabriel Monteiro (SP) – 71,16
- Cornélio Procópio (PR) – 71,16
- Luzerna (SC) – 71,10
- Itupeva (SP) – 71,08
- Rafard (SP) – 71,08
- Presidente Lucena (RS) – 71,05
- Adamantina (SP) – 70,97
- Maringá (PR) – 70,87
- Alto Alegre (RS) – 70,86
- Ribeirão Preto (SP) – 70,80
- Brasília (DF) – 70,73
- Barra Bonita (SP) – 70,71
- Araraquara (SP) – 70,70
- Águas de São Pedro (SP) – 70,66
- Os 20 municípios com as menores pontuações:
- Uiramutã (RR) – 42,44
- Jacareacanga (PA) – 44,32
- Alto Alegre (RR) – 44,72
- Portel (PA) – 45,42
- Amajari (RR) – 45,58
- Pacajá (PA) – 45,87
- Anapu (PA) – 45,91
- Japorã (MS) – 46,23
- Santa Rosa do Purus (AC) – 46,70
- Uruará (PA) – 46,80
- Trairão (PA) – 46,82
- Bannach (PA) – 47,23
- São Félix do Xingu (PA) – 47,38
- Recursolândia (TO) – 47,39
- Cumaru do Norte (PA) – 47,43
- Peritoró (MA) – 47,53
- Oeiras do Pará (PA) – 47,57
- Ladainha (MG) – 47,58
- Anajás (PA) – 47,62
- Paranã (TO) – 47,63
Considerações finais
A divulgação evidencia desigualdades regionais acentuadas, com o Norte apresentando maior concentração de cidades com pontuações mais baixas. Observa-se ainda que, apesar do desempenho de capitais, o desafio da inclusão social permanece presente em várias delas, segundo a coordenação do IPS Brasil.
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