- IPS Brasil 2026 aponta Curitiba (PR) como a capital com maior progresso social, seguida por Brasília (DF), São Paulo (SP), Campo Grande (MS) e Belo Horizonte (MG).
- Porto Velho (RO) fica em último lugar, na 27ª posição, com menores índices de coleta de esgoto e segurança.
- O estudo recebeu 57 indicadores sociais e ambientais, distribuídos em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.
- A pontuação média do país foi de 63,40 pontos, em uma escala de 0 a 100, revelando avanços tímidos e grandes desigualdades regionais.
- As capitais da região Norte e Nordeste concentram as menores avaliações, com destaque para Porto Velho, Macapá, Maceió e Salvador entre as mais baixas.
O IPS Brasil 2026 aponta quais capitais estão melhor e pior em bem-estar e direitos básicos. O estudo analisa 27 capitais com 57 indicadores sociais e ambientais.
Divulgação ocorreu nesta quarta-feira (20). O IPS Brasil mede progresso social, não apenas riqueza ou PIB, para avaliar a qualidade de vida da população.
A parceria responsável pelo ranking envolve Imazon, Fundação Avina, Amazônia 2030, Centro de Empreendedorismo da Amazônia e a Social Progress Imperative. Foram avaliados 5.570 municípios.
Curitiba (PR) lidera o ranking, destacando organização urbana, transporte eficiente e sustentabilidade. Brasília (DF) fica em segundo, com bons índices de informação e saneamento.
São Paulo (SP) aparece em terceiro, pela facilitação de acesso a saúde especializada e educação superior. Campo Grande (MS) e Belo Horizonte (MG) completam o top 5.
Na outra ponta, Porto Velho (RO) tem a menor pontuação, ocupando a 27ª posição, com gargalos em coleta de esgoto e segurança. Macapá (AP), Maceió (AL) e Salvador (BA) aparecem logo acima.
O estudo aponta desigualdades expressivas entre regiões. Capitais litorâneas do Nordeste exibem belezas naturais, mas enfrentam desafios de moradia e inclusão social. A distância entre Curitiba e Porto Velho passa de 12 pontos na pontuação.
O IPS Brasil 2026 ressalta que o avanço depende da efetividade das políticas públicas locais na prática cotidiana de cidadania, não apenas de indicadores macroeconômicos.
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