- A desembargadora Adenir Carruesco, do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, relatou racismo estrutural vivenciado em um supermercado.
- Ela foi abordada de forma preconceituosa por um funcionário do estabelecimento, que gerou o comentário “Sou mais um corpo preto”.
- Carruesco destacou a importância de denunciar o racismo institucional e de promover mudanças no ambiente de consumo.
- A desembargadora ressaltou a sub-representação de pessoas negras no Judiciário brasileiro e o impacto na garantia de direitos.
- Ela é uma das poucas mulheres negras em posição de destaque no TRT-23 e inspira ações contra racismo e desigualdade racial no país.
A desembargadora Adenir Carruesco, do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23), relatou ter vivenciado racismo estrutural em um supermercado. A avaliação também aborda a sub-representação de negros no Judiciário brasileiro.
Segundo ela, um funcionário do estabelecimento a tratou de forma preconceituosa durante a visita. A desembargadora ressaltou a importância de denunciar casos de racismo institucional para avanços na justiça.
Carruesco reforçou a necessidade de maior representatividade de pessoas negras no Judiciário, destacando que a baixa presença de negras e negros pode impactar a garantia de direitos e a promoção de decisões mais justas.
A magistrada é mencionada como uma das poucas mulheres negras em posição de destaque no TRT-23, e sua fala é vista como inspiração na luta contra o racismo e a desigualdade racial no país.
Em termos institucionais, o episódio compõe a pauta sobre racismo estrutural no Brasil e levanta discussões sobre políticas de diversidade no sistema judiciário. As informações foram divulgadas pela própria interessada e divulgadas em redes sociais.
Subtítulo
A defesa da representatividade no Judiciário tem ganhado espaço entre magistrados e organizações, que defendem medidas para ampliar a participação de negros em vagas de destaque.
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