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Ex-funcionária processa Renata Sorrah por quase R$ 1 milhão e expõe exploração

Ex-funcionária processa Renata Sorrah e filha por quase R$ 1 milhão, denuncia jornadas de até doze horas, assédio e adoecimento após mais de dez anos sem reajuste

Ex-funcionária processa Renata Sorrah em quase R$ 1 milhão e expõe rotina de exploração e adoecimento
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  • Ex-funcionária ajuizou ação trabalhista na Justiça do Trabalho do Rio contra Renata Sorrah e a filha, Mariana Simões, pedindo mais de R$ 900 mil.
  • A relação começou em 2014, quando ela foi contratada como babá para os netos da atriz, e permaneceu por mais de dez anos sem reajuste salarial, apesar das atribuições terem aumentado.
  • A colaboradora afirma jornadas superiores a doze horas diárias, com plantões e pernoites na residência, além de acompanhar a família em viagens sem compensação adicional.
  • Parte da remuneração teria sido paga informally, o que impactaria verbas trabalhistas; a ex-funcionária também alega problemas de saúde durante o período.
  • Entre os pedidos estão horas extras, adicional noturno, FGTS, férias com um terço, 13º salário, diferenças salariais e verbas rescisórias, além de alegação de assédio moral e ausência de exame demissional.

Uma ex-funcionária entra com ação trabalhista contra Renata Sorrah e a filha da atriz, Mariana Simões, na Justiça do Trabalho do Rio, buscando mais de R$ 900 mil. A ação envolve alegações de exploração, jornadas exaustivas e diferenças salariais ao longo de mais de uma década.

Segundo a denúncia, o vínculo começou em 2014, quando a mulher foi contratada para cuidar dos netos da atriz. Ela afirma ter atuado como babá por mais de 10 anos, sem reajuste salarial, mesmo com a ampliação de funções domésticas ao longo do tempo.

Ainda de acordo com o processo, a trabalhadora cumpria jornadas diárias superiores a 12 horas, com plantões e pernoites na residência, além de acompanhar a família em viagens sem pagamento adicional. Parte da remuneração seria informal, conforme a narrativa apresentada.

A ex-funcionária sustenta que desenvolveu problemas de saúde durante o período e, após afastamento previdenciário, foi dispensada ao retornar. Há também menção a um suposto acordo de custeio de tratamento médico que foi interrompido após a demissão.

Entre os pedidos estão horas extras, adicional noturno, FGTS, férias com um terço, 13º salário, diferenças salariais e verbas rescisórias. A denúncia ainda cita assédio moral e a ausência de exame demissional.

A reportagem tentou contato com Renata Sorrah, Mariana Simões e a ex-funcionária, mas não houve resposta até o fechamento. O espaço fica disponível para esclarecimentos das partes.

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