- Uma mulher de 24 anos foi indiciada por furto qualificado mediante fraude, por usar o cartão furtado de colega de 50 anos para compras entre janeiro de 2025 e novembro do ano passado.
- Ao todo, foram gastos mais de R$ 51 mil em móveis, eletrodomésticos e recargas de transporte, todos feitos no débito com a senha da vítima.
- As aquisições incluíram itens para mobiliar a casa em Águas Lindas de Goiás, como sofás, armários, geladeira e micro-ondas, realizadas em seis dias.
- Uma testemunha afirmou que a investigada também pediu que as mesmas quantias fossem transferidas por PIX para a própria conta e chegou a custear, à vista, um curso técnico em enfermagem.
- Em cumprimento de mandado de busca e apreensão, foram apreendidos os itens comprados com o cartão; a pena pode variar entre dois e oito anos, com possível aumento pela continuidade delitiva, podendo ultrapassar treze anos.
Uma mulher de 24 anos foi indiciada por uso fraudulento do cartão da colega de trabalho, de 50, para compras pessoais. O crime ocorreu nesta quarta-feira (20/5), em Águas Lindas de Goiás. A vítima teve o cartão furtado em janeiro de 2025 e só percebeu as transações meses depois.
A golpista realizou compras de móveis, eletrodomésticos e recargas de transporte, totalizando mais de R$ 51 mil. Os itens incluíram sofás, armários, geladeira e micro-ondas, consumados em seis dias. As compras com o débito foram feitas com a senha correta.
Durante a investigação, uma testemunha relatou que a suspeita também pediu para transferir pelo PIX as mesmas quantias pagas com o débito para sua conta pessoal. A vítima descobriu as irregularidades apenas em novembro do ano passado.
Detalhes da operação e apreensões
Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, o material adquirido com o cartão foi apreendido durante o mandado de busca e apreensão na Ceilândia. Os itens podem ser leiloados ou devolvidos às lojas, já que não pertencem à titular da conta.
A suspeita chegou a custear, à vista, um curso técnico em enfermagem com as despesas. A 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) efetuou as apurações e realizou a apreensão. Os objetos encontrados permanecem sob análise de devolução.
Situação jurídica
Ela foi indiciada pelo crime de furto qualificado mediante fraude, em continuidade delitiva, com pena prevista entre 2 e 8 anos de reclusão. Em caso de continuidade delitiva, a pena pode aumentar para acima de 13 anos. As informações são da Polícia Civil do Distrito Federal.
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