- A Jeep registrou oficialmente a nova geração do Cherokee no INPI, sugerindo lançamento do SUV híbrido produzido no México no Brasil nos próximos meses.
- O Cherokee híbrido usa motor 1.6 turbo com dois motores elétricos, transmissão do tipo eCVT e plataforma STLA Large, além de crescer em tamanho para ficar acima do Commander.
- O modelo é fabricado em Toluca, no México, com acordos comerciais que reduzem impostos de importação, facilitando a chegada ao Brasil.
- Nos Estados Unidos, o conjunto oferece até 213 cv combinados e consumo de até 17,8 km/l em uso urbano, com bateria de 1,08 kWh recarregada pela frenagem e pelo motor a combustão.
- O visual aposta em linhas mais quadradas, nova grade de sete fendas e lanternas com assinatura inspirada em galões militares, mantendo a tração integral 4×4 como elemento-chave.
O Jeep Cherokee híbrido registrou sua nova geração no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O objetivo é alinhar o modelo híbrido produzido no México com a estratégia de mercado no Brasil. A operação ocorreu pouco antes da possível estreia brasileira.
A Jeep detalha que o híbrido pleno usa motor 1.6 turbo Prince, com dois motores elétricos. O conjunto entrega cerca de 213 cv e 31,8 kgfm de torque, com 179 cv do motor a combustão. A bateria é de 1,08 kWh e é recarregada por frenagem.
Produção e plataforma
O Cherokee mexicano é fabricado em Toluca, visando acordos que reduzem impostos de importação. A STLA Large, plataforma global da Stellantis, sustenta o novo modelo e próximos itens eletrificados.
Desempenho e consumo
Nos EUA, o híbrido pode alcançar até 17,8 km/L no uso urbano e médias acima de 15 km/L no ciclo misto. A transmissão é do tipo eCVT e a tração 4×4 é parte central do projeto.
Comparativos de mercado
O Cherokee cresceu em tamanho: mede 4,77 m de comprimento e 2,87 m de entre-eixos. Fica acima do Commander e próximo a rivais como RAV4 e CR-V. O visual aposta em linhas mais quadradas e grade com fendas aprimoradas.
Contexto de mercado brasileiro
A última presença da linha no Brasil foi com o Grand Cherokee híbrido plugin, vendido em apenas um lote. O registro no INPI não garante venda, mas sinaliza estratégias comerciais futuras.
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