- Foi instituído o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 no Brasil, lembrando a primeira vítima registrada, Rosa Aparecida Urbano, 57 anos, morta em São Paulo no dia 12 de março de 2020.
- O texto cita que mais de 700 mil pessoas morreram no país durante a pandemia, conforme dados mencionados no conteúdo.
- O artigo sugere datas de memória para outras tragédias: 25 de janeiro para a médica Marcelle Porto Cangussu, primeira pessoa reconhecida morta na tragédia de Brumadinho, entre outras vítimas.
- Também aponta o 8 de maio como possível Dia de memória da primeira morte sob tortura durante a ditadura militar, com referência ao sargento Manoel Alves de Oliveira, em 1964, no Hospital Central do Exército.
- Indica, ainda, que a primeira vítima brasileira na Segunda Guerra Mundial foi o aspirante José Gerônimo de Mesquita, morto na Itália em outubro de 1944, com placa no Monumento aos Pracinhas.
Doze de março foi marcado como Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 no Brasil, com a diarista Rosa Aparecida Urbano, 57, apontada como a primeira morte pela doença no país, registrada em São Paulo no dia 12 de março de 2020. A data objetiva reconhecer as vidas perdidas durante a pandemia.
O reconhecimento público de Rosa Urbano destaca o impacto da Covid-19 no Brasil e remete ao conjunto de quase 700 mil óbitos no país, segundo dados oficiais compilados até 2023. A memória institucional busca ampliar a reflexão sobre as perdas e seus desdobramentos.
Memória de outras tragédias
Entre as referências históricas citadas, a médica Marcelle Porto Cangussu, 35, é mencionada como a primeira vítima ligada ao rompimento da barragem de Brumadinho, em 2019. O desastre resultou em centenas de soterramentos e impactos ambientais duradouros.
Caso o tema seja ampliado, também é lembrada a data que marca o início da ditadura militar, com registros de mortos sob tortura a partir de 1964. Entre as primeiras vítimas, há relatos de protestos na Cinelândia e de ações de repressão ocorridas nos primeiros dias do regime.
Referências históricas
Ainda em contexto diverso, há menção ao primeiro soldado brasileiro morto na Segunda Guerra Mundial, José Gerônimo de Mesquita, aspirante da FEB, cuja morte ocorreu na Itália em 1944. O tributo a esses memoriais destaca lacunas históricas e reconhecimentos pendentes ao longo de décadas no país.
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