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Disque Denúncia solicita informações sobre criminosos que não voltaram à prisão

Disque Denúncia procura dois foragidos de alta periculosidade que não retornaram após saída temporária no Rio; penas somadas passam de sessenta anos

Criminosos receberam benefício da saída temporária no Dia das Mães, mas não voltaram à prisão
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  • Disque Denúncia divulgou cartaz com dois criminosos de alta periculosidade que não voltaram à prisão no Rio; Raylander Machado dos Santos, 34, e Emanuel dos Santos Carvalho, 28.
  • Ambos deveriam retornar até o dia 14, mas seguem foragidos; as penas somadas passam de sessenta anos e há mandados de prisão por roubo majorado.
  • Raylander chefiava, entre 2013 e 2018, uma quadrilha envolvida em roubos de veículos, crimes contra pedestres e “saidinha de banco” na Tijuca, Vila Isabel e entorno do morro do Andaraí.
  • Emanuel, conhecido como “Mata Rindo”, é apontado como executor da facção do Complexo do Lins; cumpre trinta e dois anos de prisão por roubo, com mais de vinte e três anos restantes em regime semiaberto.
  • Em março, Raylander teve saída temporária concedida pela Justiça; informações sobre o paradeiro dos foragidos podem ser encaminhadas de forma anônima ao telefone 2253-1177.

O Disque Denúncia divulgou neste dias 20 um cartaz com informações sobre dois criminosos de alta periculosidade que não retornaram à prisão após a saída temporária no Rio de Janeiro. Eles haviam deixado as unidades prisionais para o Dia das Mães e não voltaram até o momento, segundo a polícia.

Os procurados são Raylander Machado dos Santos, 34, conhecido como Raylander do Andaraí, e Emanuel dos Santos Carvalho, 28, apelidado de Mata Rindo. Ambos têm mandados de prisão por roubo majorado, com penas somadas que passam de 60 anos.

Raylander cumpria pena em regime semiaberto, totalizando 49 anos de prisão. Ele recebeu a saída temporária para visitar a família em março, e, conforme o Departamento, permanece foragido com mais de 38 anos ainda a cumprir.

Mata Rindo é apontado como integrante de alta periculosidade ligado ao Complexo do Lins. Segundo as autoridades, atuava como executor da facção criminosa e ficou conhecido pela frieza em assassinatos de rivais e ataques a policiais.

O criminoso foi preso em janeiro de 2019 durante operação da UPP no Morro do Amor, no Lins. Embora sua atuação principal seja no Lins, ele também frequentava o entorno do Andaraí, onde ocorreram confrontos.

Carregando uma pena de 32 anos por roubo, Mata Rindo já cumpriu cerca de nove anos. Restam mais de 23 anos em regime semiaberto, conforme dados da Seppen.

A Polícia Civil e o Disque Denúncia pedem que informações sobre o paradeiro dos foragidos sejam repassadas de forma anônima pelo telefone 2253-1177.

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