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Irmã de Deolane comenta publicação sobre suposta lavagem de R$ 24,5 mil

Irmã de Deolane afirma inocência, nega lavagem de dinheiro e a existência de dezenas de empresas; defesa promete esclarecimentos e pronunciamento público

Daniele negou a possibilidade de Deolane possuir mais de 30 empresas • Reprodução / @dradanielebezerra
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  • Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, voltou a defender a irmã nas redes e negou acusações de lavagem de dinheiro e de ter empresas em nome da influenciadora.
  • Ela questionou a suposta lavagem de 24,5 mil reais e afirmou que Deolane jamais teve 35 empresas, conforme divulgado pela mídia.
  • Deolane permanece presa preventivamente após audiência de custódia e deve ser transferida para um presídio em Tupi Paulista.
  • As investigações sobre o esquema ligado ao PCC resultaram em três inquéritos; bilhetes apreendidos em 2019 mostraram ordens internas da facção e menções a ataques.
  • A família afirma que a prisão é perseguição e afirma que está disposta a esclarecer tudo pela lei, com Daniele dizendo estar pronta para falar em emissoras, se necessário.

Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, voltou a se pronunciar nesta quinta-feira sobre a prisão da influenciadora. Em postagens, ela afirmou a inocência da irmã e negou envolvimento com lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Disse que não há base para a acusação.

A defesa de Deolane nega que ela tenha participação ou controle de empresas ligadas ao esquema. A irmã afirmou ainda que não houve fraude ou ocultação de bens, reafirmando que a verdade será apurada pela Justiça.

A prisão ocorreu após audiência de custódia, segundo informações, e Deolane está presa preventivamente na Penitenciária Feminina de Santana, na zona norte de São Paulo. Há a possibilidade de transferência para um presídio no interior do estado.

Prisão e contexto

As investigações apontam uma estrutura financeira milionária associada à cúpula do PCC, com uso de empresas para ocultar recursos. Em 2019, bilhetes apreendidos na prisão mostraram ligações entre lideranças encarceradas e ações com impactos na segurança pública.

Três inquéritos foram instaurados para mapear as camadas do esquema e a participação de diferentes pessoas. Entre os materiais, havia referências a uma “mulher da transportadora” citada como facilitadora de ações da facção.

Operação e desdobramentos

A Operação Lado a Lado identificou movimentações financeiras incompatíveis e o papel de transportadora como braço financeiro da facção. Ainda durante as apurações, a apreensão de um celular abriu nova linha investigativa, com mensagens envolvendo a cúpula do PCC e possíveis repasses a Deolane.

Fontes da polícia indicam que Deolane pode ser transferida para um presídio no interior, mantendo o andamento das investigações e a análise de provas em curso. A defesa permanece solicitando respeito ao devido processo legal.

Declaração da defesa

A irmã da influenciadora usou as redes para dizer que houve perseguição e distorção de fatos. A nota argumenta que acusações são fáceis, mas a prova deve sustentar qualquer condenação, ressaltando a importância do Estado de direito e da defesa.

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