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Mata Rindo e Raylander não voltam à prisão após Dia das Mães

Raylander do Andaraí e Mata Rindo não se apresentam após o Dia das Mães; somam mais de sessenta anos de prisão e são classificados como de alta periculosidade, segundo a Polícia Penal do Rio

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  • Raylander Machado dos Santos, 34 anos, e Emanuel dos Santos Carvalho, 28 anos, são foragidos após não retornarem às prisões após a saidinha do Dia das Mães.
  • O prazo para retorno era até o dia 14 deste mês, mas nenhum deles se apresentou; ambos são classificados como de alta periculosidade.
  • Raylander chefiava uma quadrilha de roubos a veículos, comércios e pedestres, atuando na Tijuca, Vila Isabel e entorno do Morro do Andaraí, na zona norte do Rio.
  • Mata Rindo foi detido por homicídios e roubos no Complexo do Lins; ficou conhecido por executar rivais e liderar ações contra policiais, sendo preso pela UPP no Morro do Amor em janeiro de 2019.
  • Foram expedidos dois mandados de prisão por roubo majorado, e a soma das penas dos dois ultrapassa sessenta anos de reclusão.

Raylander Machado dos Santos, 34 anos, conhecido como Raylander do Andaraí, e Emanuel dos Santos Carvalho, 28, conhecido como Mata Rindo, não se reapresentaram às últimas unidades prisionais após a saidinha do Dia das Mães. O Disque Denúncia divulgou cartaz com os foragidos nesta quarta-feira (20/5).

Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro, o prazo para retorno era até o dia 14 deste mês, mas não foi cumprido. Ambos são classificados como criminosos de alta periculosidade no sistema prisional paulista, segundo a pasta.

Raylander era preso por chefiar quadrilha envolvida em roubos a veículos, comércios e pedestres. O grupo atuava na Tijuca, Vila Isabel e entorno do Morro do Andaraí, na zona norte do Rio. A ação combinava roubos violentos com ameaça de morte e uso de alvos que sacam grandes quantias.

Mata Rindo foi detido por homicídios e roubos no Complexo do Lins, também na zona norte. A polícia o batizou como executor frio, líder de confrontos com facções rivais e linha de frente contra policiais militares. A prisão ocorreu em janeiro de 2019, durante operação da UPP no Morro do Amor.

Entre os dois criminosos, foram expedidos mandados de prisão por roubo majorado. Quando somadas, as penas superam 60 anos de reclusão. As informações constam de comunicado do Disque Denúncia e de dados oficiais da Polícia Penal.

Caso haja informações sobre a localização dos foragidos, a população pode ligar para a Central de Atendimento (021) 2253-1177 ou 0300-253-1177, enviar WhatsApp Anonimizado (021) 2253-1177 ou usar o Disque Denúncia RJ pelo aplicativo.

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