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Médico de cidade de MG é preso em operação que investiga cartel de placas automotivas

Médico de Ubá é preso na operação Guildas Medievais, que desarticula cartel de placas e emissão de documentos falsificados

Médico de Ubá foi preso em que operação que investiga cartel de placas automotivas
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  • Um médico de Ubá, interior de Minas Gerais, foi preso na operação “Guildas Medievais”, que cumpriu 37 mandados em Minas e no Rio de Janeiro.
  • A investigação aponta um cartel de empresas e profissionais que atuavam na emissão de documentos falsificados e na adulteração de placas de veículos.
  • O esquema vinha funcionando há pelo menos dois anos, facilitando a circulação de veículos irregulares e a transferência de propriedade com documentos falsificados.
  • O médico é suspeito de emitir laudos médicos falsificados usados para regularizar veículos com placas adulteradas; outras prisões e buscas ocorreram, com continuidade das diligências.
  • As autoridades trabalham para identificar todos os envolvidos e responsabilizá-los, com possível atuação de outros profissionais e empresários no esquema.

Foi presa nesta quarta-feira (21) um médico de Ubá, no interior de Minas Gerais, durante a operação Guildas Medievais. A ação cumpriu 37 mandados em MG e no Rio de Janeiro e mira um cartel de empresas e profissionais que falsificam documentos e adulteram placas de veículos.

Segundo as investigações, o esquema existe há pelo menos dois anos. O objetivo é facilitar a circulação de veículos irregulares e permitir a transferência de propriedade com documentação falsificada. A operação foi deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais, com parceria da Polícia Civil e da Polícia Militar.

O médico detido é suspeito de emitir laudos médicos falsos usados para regularizar veículos com placas adulteradas. Além dele, outras pessoas foram presas ou tiveram mandados cumpridos. As autoridades trabalham para identificar todos os envolvidos e responsabilizá-los criminalmente.

A operação contou com apoio de equipes de inteligência e de perícia técnica, que apreenderam documentos e equipamentos utilizados no crime. Os envolvidos podem responder por falsificação de documentos, adulteração de placas, associação criminosa e outros delitos previstos na lei.

O nome Guildas Medievais faz referência a organizações secretas da Idade Média, simbolizando a atuação de uma organização criminosa organizada e clandestina. A Polícia Civil de Minas Gerais reforça a importância da denúncia de atividades suspeitas relacionadas a documentos e placas.

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