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Moradores do Jaguaré relatam trincas em imóveis afetados por explosão em SP

Moradores do Jaguaré relatam novas trincas em imóveis atingidos pela explosão; Defesa Civil mantém vistorias técnicas e número de imóveis interditados chega a sessenta e oito

Moradores relatam surgimento de novas rachaduras após explosão no Jaguaré
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  • Moradores relatam novas fissuras em imóveis atingidos pela explosão de vazamento de gás no Jaguaré, iniciadas no dia 11.
  • Número de casas interditadas subiu de 57 para cerca de 68; famílias seguem morando entre entulhos e estruturas comprometidas.
  • Defesa Civil atua desde o dia da explosão, realizou vistorias e orienta moradores a acionarem equipes caso haja agravamento de danos.
  • Ministério Público abriu inquérito civil para apurar causas da explosão, atuação das concessionárias Sabesp e Comgás e medidas de atendimento às famílias.
  • Há relatos de cheiro de gás no entorno, duas pessoas morreram e outras ficaram feridas; o IPT, a Defesa Civil e a Sabesp participam de novas inspeções. Além disso, o Governo informou que 18 famílias foram levadas para conhecer imóveis mobiliados, com 10 aceitando mudar-se.

Moradores da comunidade Nossa Senhora das Virtudes 2, no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, relatam novas fissuras em imóveis atingidos pela explosão causada por vazamento de gás ocorrida no dia 11 de maio. As primeiras avaliações técnicas apontaram danos que se expandem de forma gradual nas estruturas.

Segundo lideranças locais, o número de edifícios interditados aumentou desde o levantamento inicial. Passaram de 57 para cerca de 68 imóveis sob interditação, com famílias permanecendo em condições precárias em parte das residências.

As rachaduras são descritas como fissuras que atravessam paredes, pisos e estruturas, com relatos de surgimento em diferentes cômodos. Moradores registraram esses danos após as primeiras vistorias técnicas da área.

Defesa Civil e acompanhamento técnico

A Defesa Civil informou que acompanha o atendimento às famílias desde o dia da explosão e que todos os imóveis atingidos diretamente passaram por vistorias. O órgão orienta que moradores com agravamento de danos procurem as equipes responsáveis para nova análise.

Ponto fixo foi instalado no local para facilitar o contato entre a comunidade e o órgão. A Defesa Civil afirmou que continuará no local até a entrega dos relatórios finais e à definição do número final de interdições.

A Sabesp, acionada para as obras de remanejamento de tubulação, segue a serviço de demolição de estruturas prejudicadas, em conjunto com a Comgás, que registrou o abalo da rede de gás na tarde de 11 de maio.

Investigação e apuração

O Ministério Público instaurou inquérito civil para apurar as causas da explosão, a atuação das concessionárias envolvidas e as medidas de atendimento às famílias. Também foram requisitados documentos de obras, mapas de redes e planos de contingência.

Relatórios foram solicitados a secretarias municipais, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, IPT e Arsesp. A investigação busca esclarecer responsabilidades técnicas e operacionais do episódio.

Contexto humano e decisões

Entre as consequências, duas pessoas morreram na ocasião: o segurança e o pintor autônomo, além de outras pessoas feridas. Parte das famílias permanece em imóveis com danos elevados, enquanto algumas optaram por conhecer opções de moradia mobiliada oferecidas pelo Governo de São Paulo.

Ao longo da semana, moradores relataram ainda a presença de cheiro de gás em pontos próximos ao local da explosão. Técnicos indicam que a situação pode exigir novas avalições conforme agravamento de danos.

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