- A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa em 21 de maio durante a Operação Vérnix, realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, investigando lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Ela foi encaminhada à Penitenciária Feminina de Santana, na zona norte de São Paulo, após a prisão, onde permaneceu até a manhã de sexta-feira.
- Nesta sexta-feira, 22, foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado; a defesa não foi localizada para se manifestar.
- A investigação aponta que empresas de fachada e contas ligadas a Deolane teriam movimentado recursos para a facção; ela é apontada no inquérito como integrante da estrutura financeira do grupo.
- A Penitenciária Feminina de Santana tem capacidade para cerca de 2,6 mil detentas, mas abriga por volta de 2,8 mil, segundo a Secretaria da Administração Penitenciária.
A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi transferida nesta sexta-feira, 22, para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. A defesa dela não foi localizada para manifestação.
Ela foi presa na quinta-feira, 21, durante a operação Vérnix, realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
Após a prisão, a Justiça manteve a prisão preventiva em audiência de custódia, e Deolane ficou inicialmente na Penitenciária Feminina de Santana, na zona norte da capital. A unidade abriga cerca de 2,6 mil detentas, mas tem população superior à capacidade, por volta de 2,8 mil.
Operação Vérnix e detalhes da apuração
As apurações indicam que empresas de fachada e contas ligadas a Deolane teriam sido usadas para ocultar e movimentar recursos do crime organizado. O Ministério Público aponta ainda uma transportadora envolvida no fluxo financeiro da facção.
A defesa não respondeu aos contatos oficiais até o momento. Este é o segundo registro de atuação policial envolvendo a influenciadora, que já havia sido alvo de outra investigação em 2024. Na ocasião, houve prisão domiciliar, revertida por descumprimento de medidas.
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