- O Sindicato dos Rodoviários da Bahia confirmou o fim da greve em Salvador após a proposta ser aprovada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região nesta sexta-feira (22).
- A assembleia aprovou por unanimidade a proposta, com reajuste salarial de 4,11% e reajuste de 4,11% no ticket alimentação.
- Entre os pontos acordados estão: horas extras opcionais aos finais de semana, redução da telemetria para 1 BIP e descanso de café de 30 minutos.
- Também ficou acordada a criação de um grupo de trabalho entre Integra, Sindicato e SEMOB para discutir as cartas horárias, além de 10% de isenção no plano de saúde e a implantação do ponto eletrônico em até 90 dias na OT-Trans.
- O sindicato disse que a greve acabou com avanços na redução da jornada, nas condições de trabalho e na manutenção de direitos, e informou que a ausência de frota mínima não foi responsabilidade da entidade.
O Sindicato dos Rodoviários da Bahia confirmou o fim da greve no transporte público de Salvador nesta sexta-feira (22) após a apresentação e aprovação de uma proposta do TRT-5. A paralisação havia ocorrido após uma rodada de negociações sem acordo entre trabalhadores e empresários do setor.
Durante assembleia, os rodoviários aprovaram por unanimidade a reformulação do acordo, assegurando reajustes e melhorias já reivindicados há quase 60 dias. A decisão ocorreu após a mediação do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região.
Pontos do acordo
- Reajuste salarial de 4,11%
- Reajuste de 4,11% no ticket alimentação
- Horas extras opcionais aos finais de semana
- Redução da telemetria para 1 BIP
- Mulheres fora do pernoite
- Criação de grupo de trabalho entre Integra, Sindicato e SEMOB para discutir as cartas horárias
- 10% de isenção no plano de saúde
- Implantação do ponto eletrônico em até 90 dias na OT-Trans
- Descanso para o café passa a ser de 30 minutos
O presidente do sindicato, Helio Ferreira, afirmou que houve avanços relevantes na redução da jornada de trabalho, melhoria das condições e manutenção de direitos conquistados. Nas redes sociais, o sindicato destacou a força dos profissionais e o ganho de direitos obtido com o acordo.
O sindicato também esclareceu que a ausência de frota mínima nas ruas, determinada pelo TRT-BA, não foi responsabilidade da entidade. Segundo a entidade, os trabalhadores estavam prontos para atuar; a falta de funcionamento da operação seria atribuição do setor patronal, que não organizou a atuação conforme as regras discutidas.
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