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Moradores do Jaguaré protestam contra a Sabesp e incendiam avenida

Moradores de Jaguaré protestam contra Sabesp, ateando fogo na avenida, enquanto buscam aumento de apoio após explosão de gás

Moradores ateiam fogo em móveis durante protesto contra Sabesp nesta sexta (22) devido à explosão do último dia 11
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  • Moradores da comunidade Nossa Senhora das Virtudes 2, no Jaguaré, protestam contra a Sabesp por assistência a desalojados após explosão de vazamento de gás em 11 de maio, bloqueando a avenida Presidente Altino com fogo em móveis e objetos.
  • Polícia Militar, Bombeiros e CET acompanham a mobilização, que incluiu negociação entre moradores, Sabesp, Comgás e outras entidades.
  • Advogado dos moradores afirma que muitos não têm onde ficar devido aos danos nas casas; alguns foram retirados de hotel, e surgem custos adicionais com lavanderia e água.
  • A Sabesp afirmou manter acompanhamento diário aos afetados, com apoio social e psicológico, e que a Comgás é responsável pela moradia; ainda, 779 famílias receberam auxílio de R$ 5.000 e 300 imóveis foram vistoriados.
  • A explosão ocorreu na rua Piraúba; duas pessoas morreram, e há cerca de 68 imóveis afetados; o Ministério Público abriu inquérito para apurar as medidas de apoio.

Moradores da comunidade Nossa Senhora das Virtudes 2, no Jaguaré, fizeram protesto nesta sexta-feira contra a Sabesp, após o vazamento de gás que provocou explosão no dia 11 e deixou duas mortes. O ato ocorreu na avenida Presidente Altino, com móveis incendiados e bloqueio parcial da via.

A Polícia Militar, Bombeiros e CET atuaram na segurança e no encaminhamento dos manifestantes. A Sabesp afirma acompanhar as famílias com apoio social e psicológico, em parceria com a Comgás, responsável pela moradia dos desalojados.

Segundo a concessionária, até o momento 779 famílias receberam auxílio emergencial de 5 mil reais. Foram vistoriados 300 imóveis, com ações de limpeza, reparos emergenciais e reformas em parte das residências afetadas.

Apoio às famílias e desdobramentos

A Comgás informou que segue oferecendo hospedagem e pensão completa na região, atendendo às necessidades individuais. Parte das vítimas permanece sem local fixo para ficar, conforme relatos de moradores e de representantes legais.

O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para apurar se as medidas de apoio aos atingidos estão sendo cumpridas. O acidente ocorreu quando um trecho do sistema de gás encanado da Comgás foi perfurado durante obras da Sabesp.

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