- Exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, com entrada gratuita, está em cartaz no Teatro Nacional Claudio Santoro (Foyer da Sala Villa-Lobos) desde o dia 19 de maio.
- A mostra reúne quarenta e um artistas do Distrito Federal, com curadoria de Mônica Tachotte, valorizando a diversidade de linguagens e pesquisas.
- O projeto tem apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal e ingressos podem ser retirados online.
- Desde a abertura, o público já somou mais de dois mil visitantes, indicando boa adesão ao evento.
- A curadoria aponta temas como território, memória, corpo e paisagem como fios condutores, conectando obras de diferentes gerações.
O que aconteceu: está em cartaz a exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, totalmente gratuita, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro. A mostra começou no dia 19 de maio e integra a programação do Metrópoles Arte, com apoio da Setur-DF. O público pode retirar ingressos gratuitamente.
A organização destaca que a mostra reúne 41 artistas do Distrito Federal, apresentando uma celebração da criação local. A curadoria prioriza pesquisas contemporâneas, indo além das linguagens para enfatizar as reflexões que atravessam cada trabalho. O objetivo é aproximar diferentes gerações de produtores culturais da capital.
O acervo reúne trabalhos de diversas linguagens e pesquisas, conectadas por temas como território, memória, corpo e paisagem. A curadora enfatiza que, apesar das distintas expressões, as obras compartilham investigações em diálogo com questões atuais, mantendo a diversidade como elemento central.
Juntos, os nomes presentes representam trajetórias distintas e visões contemporâneas. A abertura contou com a presença de estudantes e público, que lotou o espaço no Quadradinho do DF, marcando a continuidade do movimento cultural na região.
Curadoria aposta na diversidade
A curadora Monica Tachotte explica que a seleção buscou consistência na trajetória dos artistas e na potência poética de suas pesquisas. A curadoria observa não apenas a linguagem, mas a relação de cada prática com temas contemporâneos.
Temas condutores aparecem como fio condutor, conectando obras. A curadora afirma ter buscado artistas que, mesmo atuando em linguagens distintas, promovem investigações que ressignificam território, memória, corpo e paisagem, estabelecendo pontos de contato dentro da diversidade.
Monica Tachotte participa de atividades associadas à abertura e mantém diálogo com autoridades locais para incentivar a formação de público. As imagens da mostra destacam a relação entre o estudo teórico e a prática artística presente no acervo.
Rogério Roseo e Pamella aparecem entre os exemplos de obras em evidência, com enfoques que vão da experiência humana à crítica da cultura digital, evidenciando a variedade de pesquisa presente na exposição.
Sobre os artistas
Entre os participantes estão nomes de renome no DF e novos talentos, com trabalhos que vão desde pintura e tesselagem até mídia digital e artes têxteis. A curadoria chama atenção para a diversidade de suporte, técnica e conceito, integrados em um panorama único da cena local.
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