- A Polícia Civil encontrou uma fazenda clandestina de criptomoedas nos fundos de um mercado no Complexo do Lins, na zona norte do Rio, durante a sexta fase da Operação Contenção contra o Comando Vermelho.
- O espaço era usado para mineração de bitcoins por meio de ligações de energia improvisadas, com dezenas de computadores ligados para processar transações.
- Vinte foram presos? Wait: It says ten pessoas foram presas. Ensure: “dez pessoas foram presas”; também houve apreensão de drogas, celulares, equipamentos e veículos roubados; um gerente do tráfico da Camarista ficou baleado e está internado sob custódia.
- A ação foi realizada pela Draco e pela 26ª DP, com apoio de outros departamentos, e aponta um núcleo criminoso no Complexo do Lins responsável por tráfico de drogas, roubos de veículos, assaltos e ataques a instituições financeiras, com monitoramento em tempo real das forças de segurança.
- Também foram cumpridos mandados ligados ao golpe da falsa central telefônica; uma mulher foi presa, e a investigação, em parceria com a Polícia Civil do Piauí, busca identificar outros envolvidos e ativos financeiros.
Durante a última etapa da operação Contenção, a Polícia Civil do Rio de Janeiro localizou uma fazenda clandestina de criptomoedas nos fundos de um mercado do Complexo do Lins, na zona norte da cidade. O espaço era usado para mineração de bitcoins por meio de ligações elétricas improvisadas, segundo os investigadores. Diversos computadores estavam ligados, gerando alto consumo de energia.
A ação resultou na prisão de dez pessoas. Também foram apreendidos drogas, celulares, equipamentos eletrônicos e veículos roubados. Um homem, apontado como gerente do tráfico da Camarista, foi baleado durante o confronto com os agentes e permanece sob custódia em hospital da região.
A operação, executada pela Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizads e Inquéritos Especiais) e pela 26ª DP (Todos os Santos), contou com apoio de unidades de diferentes departamentos da Polícia Civil. A investigação indica que o núcleo criminoso no Complexo do Lins controla atividades como tráfico de drogas, roubos de veículos, assaltos a pedestres e ataques a instituições bancárias.
Estrutura criminosa e monitoramento
Segundo a Draco, integrantes do grupo acompanhavam em tempo real a movimentação das forças de segurança nos acessos à comunidade. Utilizavam canais restritos para compartilhar alertas sobre operações, deslocamento de viaturas, blindados e aeronaves.
Golpe da falsa central telefônica
A ação também cumpriu mandados contra suspeitos de uma organização criminosa ligada a golpes por meio da “falsa central telefônica”. Uma mulher investigada foi presa. A quadrilha, com colaboração do Tribunal do Piauí, fingia ser representante de bancos para induzir as vítimas a contatar uma central clandestina.
De acordo com as investigações, os criminosos obtinham dados bancários e acessos a aplicativos financeiros, permitindo transferências fraudulentas. As autoridades continuam identificando outros integrantes e rastreando ativos financeiros ligados ao esquema.
Entre na conversa da comunidade