- Suga, do BTS, financiou com 5 bilhões de wons a criação de um Centro de Tratamento para o Transtorno do Espectro Autista no Hospital Yonsei Severance, em Seul, denominado Centro de Tratamento Min Yoon Gi.
- A inauguração ocorreu em cerimônia que marcou a volta pública do artista após o serviço militar alternativo.
- O centro oferece atendimento de longo prazo para crianças e adolescentes, com terapia de linguagem, acompanhamento psicológico contínuo e intervenções comportamentais.
- O modelo terapêutico foi desenvolvido a partir de encontros entre Suga e a chefe do Departamento de Psiquiatria da Infância e da Adolescência, visando um acompanhamento de até dez anos.
- O programa MIND utiliza as letras M, I, N e D para descrever terapia musical, oportunidades de comunicação, construção de redes na comunidade e celebração da diversidade, com foco na autonomia.
O rapper min Yoon-gi, conhecido como Suga, patrocina a criação de um centro de atendimento para TEA na Coreia do Sul. A unidade funciona em parceria com o Hospital Yonsei Severance, em Seul, e recebeu o nome Centro de Tratamento Min Yoon Gi. A inauguração ocorreu após a conclusão do serviço militar alternativo do artista.
O financiamento, 5 bilhões de wons, aproximadamente R$ 20 milhões, foi assegurado inteiramente por doação pessoal de Suga. O espaço visa oferecer suporte de longo prazo à saúde mental de crianças e adolescentes, com foco em terapia de linguagem, acompanhamento psicológico e intervenções comportamentais.
A ideia do modelo terapêutico surgiu no fim de 2024, quando Suga se reuniu com Cheon Keun-ah, chefe da Psiquiatria da Infância e da Adolescência do hospital. O objetivo é manter atendimento contínuo por até dez anos, integrando clínica e comunidade.
Sobre o programa MIND
O projeto inclui o programa MIND, cuja sigla orienta a prática terapêutica com foco musical. A letra M contempla experiências sensoriais; I, oportunidades de comunicação; N, construção de redes comunitárias; D, celebração da diversidade. O objetivo é ampliar a autonomia dos jovens assistidos.
A diretora clínica afirma que o MIND visa transformar crianças em indivíduos independentes, com inserção social. A iniciativa também busca reduzir estigmas ao redor do autismo por meio da arte e da interação.
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