- O Ministério Público de Santa Catarina denunciou três vizinhos por latrocínio, ocultação de cadáver e corrupção de menores, investigando o assassinato da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, em Florianópolis.
- O crime ocorreu em março, com uma das acusadas supostamente sedando a vítima e a empresária aproveitando o acesso ao imóvel para aplicar a violência fatal.
- Após o assassinato, os suspeitos teriam roubado bens da vítima, e o grupo contava com apoio de um homem e de outra mulher para vigilância, cooperação e ocultação.
- O corpo da corretora foi esquartejado; o tronco foi encontrado em Major Gercino e as partes restantes teriam sido descartadas em locais diferentes, com participação de um adolescente no crime.
- A denúncia já foi apresentada, mas ainda não foi recebida pela Justiça; o caso envolve o condomínio onde Luciani morava e desdobramentos sobre as compras feitas com seus dados.
Três vizinhos foram denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina por assassinato, ocultação de cadáver e outros crimes associados à morte da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, 47 anos, em Florianópolis. O crime ocorreu em 3 de março no condomínio onde a vítima morava. A denúncia aponta latrocínio, com uso de sedação e violência para tirar a vida.
Segundo o MP, a vítima foi mantida sob controle após receber sedação. Uma empresária, um homem e outra mulher teriam atuado em conjunto, com divisão de tarefas, para cometer o crime e depois ocultar o cadáver. Trabalhavam para facilitar a execução e a consumação do latrocínio.
Após a morte, os suspeitos teriam roubado bens da corretora, como eletrônicos, veículo, cartões bancários e dados pessoais. Compras com os dados da vítima foram identificadas em plataformas de comércio online. O corpo foi depois esquartejado, com partes descartadas em locais distintos, envolvendo ainda um adolescente no crime.
Detalhes do caso
A vítima foi vista pela última vez em 5 de março. Familiares registraram o desaparecimento após perceberem mensagens com erros gramaticais incomuns, suspeitando do uso indevido do celular de Luciani. Parte das investigações envolve o compartilhamento de informações e movimentações de compras realizadas com os dados da corretora.
A Polícia Civil informou que, além da vítima, há apuração sobre o envolvimento de familiares do condomínio e de um adolescente em atos ligados ao crime. As peças de evidência incluem deslocamentos de mercadorias roubadas e a localização de itens da vítima em imóveis do residencial.
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