- A Operação Recall foi deflagrada na manhã desta terça-feira (19/05) pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, em parceria com a Polícia Civil de São Paulo e o Ministério da Justiça, para desarticular uma associação criminosa especializada em estelionato eletrônico.
- Ao todo, são cumpridos 26 mandados judiciais, incluindo nove prisões, 17 buscas e apreensões, além do bloqueio de contas dos investigados.
- As diligências ocorrem principalmente no estado de São Paulo, com equipes em São Paulo, Guarulhos, Piracicaba e Carapicuíba; a ação é liderada pela 3ª Delegacia de Canoas (RS) com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB).
- A investigação teve início em novembro de 2025, após uma vítima perder R$ 22.251,55 ao quitar o financiamento de um veículo por boleto falso; há indícios de organização estruturada e de lavagem de dinheiro.
- Pelo menos 11 vítimas já foram identificadas em diferentes estados; a operação busca interromper o grupo e responsabilizar criminalmente todos os envolvidos, com continuidade das análises de celulares e monitoramento de contas.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã de 19 de maio, a Operação Recall, ação interestadual contra uma associação criminosa especializada em estelionato eletrônico. A ofensiva contou com a participação da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério da Justiça, cumprindo 26 mandados judiciais.
Ao todo, foram presos seis suspeitos e apreendidos aparelhos celulares. Também houve o bloqueio de contas bancárias dos investigados, com 9 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão. As diligências ocorreram principalmente em São Paulo, Guarulhos, Piracicaba e Carapicuíba.
A ação foi conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas (RS), com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB). A investigação, iniciada em novembro de 2025, identificou uma organização estruturada que operava com divisão de tarefas e indícios de lavagem de dinheiro.
Segundo a delegada Luciane Bertoletti, a operação visa interromper as atividades do grupo e responsabilizar os envolvidos criminalmente. O monitoramento de contas e a análise de celulares apreendidos devem esclarecer o alcance financeiro do golpe, já identificado em pelo menos 11 vítimas em diferentes estados.
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