- A Operação Mute vistoriou 124 estabelecimentos prisionais em 27 unidades federativas entre os dias 18 e 22 de maio.
- Ao todo, foram apreendidos 680 celulares nas 3.728 celas revistadas por mais de quatro mil policiais.
- Em média, uma em cada cinco celas revistadas continha celular escondido.
- A ação é parte de esforços para combater o controle de facções criminosas dentro e fora das prisões, no âmbito do Programa Brasil contra o Crime Organizado.
- O programa trabalha, entre outros pontos, o fortalecimento da segurança prisional, com medidas como o bloqueio de comunicação nas unidades.
A Polícia Federal informou o balanço final da Operação Mute, realizada entre 18 e 22 de maio, em prisões de todo o país. A ação vistoriou 124 estabelecimentos prisionais em 27 unidades federativas, com o objetivo de identificar irregularidades e falhas de segurança.
Ao todo, foram apreendidos 680 celulares escondidos em 3.728 celas durante o trabalho de mais de 4 mil policiais. Em média, uma em cada cinco celas analisadas continha um aparelho celular oculto.
Objetivo da operação e contexto
A PF detalhou que a seleção das unidades priorizou locais onde facções criminosas mantêm atividades ilícitas fora das penitenciárias. O objetivo é interromper a comunicação entre redes criminosas e as cadeias de comando.
O esforço faz parte da primeira etapa do Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado recentemente pelo governo federal. Entre os eixos, está o fortalecimento da segurança prisional e o bloqueio de comunicação dentro das prisões.
A iniciativa envolve policiais penais federais, estaduais e distritais, atuando de forma coordenada em unidades prisionais de todo o país, como parte de uma política integrada de combate ao crime organizado.
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