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Caso Henry Borel: julgamento continua com quatro testemunhas

Julgamento de Henry Borel segue nesta terça com quatro testemunhas: dois delegados, médico legista e perito; sessão pode durar de cinco a dez dias

Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
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  • O julgamento da morte de Henry Borel, de quatro anos, segue nesta terça-feira no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio, com quatro testemunhas.
  • A primeira testemunha é o delegado Edson Henrique Damasceno, responsável pelas investigações e pela prisão de Jairinho e Monique.
  • As demais testemunhas são a delegada Ana Carolina Lemos Medeiros de Caldas, o médico legista Luiz Airton Saavedra de Paiva e o perito Luiz Carlos Leal Prestes.
  • A juíza Elizabeth Machado Louro suspendeu o júri na segunda-feira após analisar 23 pedidos da defesa, todos negados, interpretados como manobras para atrasar o processo.
  • A duração prevista é de cinco a dez dias; Henry morreu na madrugada de 8 de março de 2021, na Barra da Tijuca, e o laudo do IML apontou 23 lesões pelo corpo, com morte por hemorragia interna e laceração hepática.

O julgamento da morte de Henry Borel, de 4 anos, segue nesta terça-feira (26/5) no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio. Será ouvido o depoimento de quatro testemunhas: dois delegados, o médico legista e o perito do caso. Jairinho e Monique Medeiros respondem pela morte.

A sessão foi interrompida na segunda (25/5) por decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, que suspendeu o júri após analisar mais de 23 pedidos da defesa de Jairinho. Todos foram negados, segundo a magistrada, e o Ministério Público entendeu que as manobras visavam atrasar o processo. A primeira testemunha será o delegado Edson Henrique Damasceno, da 16ª DP.

Além dele, deverão depor a delegada Ana Carolina Lemos Medeiros de Caldas, o médico legista Luiz Airton Saavedra de Paiva e o perito Luiz Carlos Leal Prestes. A expectativa é de que o julgamento seja longo, com duração estimada entre cinco e dez dias.

Relembre o caso

Henry faleceu na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, na madrugada de 8 de março de 2021, no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o médico Jairinho. Na ocasião, a família afirmou que a criança foi encontrada desacordada.

A dupla nega homicídio e sustenta que houve acidente doméstico. O laudo do Instituto Médico-Legal, porém, confirmou 23 lesões pelo corpo de Henry, o que contraria a versão apresentada inicialmente. O processo continua para apurar as circunstâncias da morte.

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