- Corpo de uma mulher foi localizado boiando nas águas do Guaíba, em Porto Alegre, na manhã desta terça-feira (26).
- O avistamento ocorreu por pescadores nas imediações da Ilha da Pintada, no bairro Arquipélago, entre o Rio Jacuí e o Lago Guaíba, e a vítima foi removida pelos bombeiros.
- O recolhimento ocorreu no Cais do Porto, próximo à Avenida Mauá, na região do Centro Histórico da cidade; a identidade da mulher não foi divulgada.
- Sinais de violência foram observados no rosto e nas costas, e a Polícia Civil confirma que há evidências de violência no corpo; ainda não há confirmação de causa da morte.
- A ocorrência foi registrada pela Brigada Militar e encaminhada à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Porto Alegre, sob sigilo, com o Instituto-Geral de Perícias responsável pelos exames necroscópicos.
O corpo de uma mulher foi encontrado boiando nas águas de Porto Alegre na manhã desta terça-feira (26). O avistamento ocorreu nas imediações da Ilha da Pintada, no Arquipélago, entre o Rio Jacuí e o Lago Guaíba. Bombeiros removem a vítima com apoio de uma embarcação.
Pescadores acionaram a Brigada Militar e o Corpo de Bombeiros assim que avistaram o cadáver. O recolhimento ocorreu no Cais do Porto, próximo à Avenida Mauá, no Centro Histórico da capital.
Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada pelas autoridades. A Polícia Civil investiga o caso com sigilo e atuação da Deam, a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, em Porto Alegre.
Sinais de violência e apuração
A Brigada Militar informou que o corpo apresentava marcas no rosto e nas costas. Embora haja indícios de violência, não há confirmação sobre a relação direta com a morte, segundo as primeiras informações.
A Deam participou da ocorrência, e a delegada Thais Dequech explicou a classificação provisória como encontro de cadáver e o objetivo de esclarecer se houve crime. Desdobramentos permanecem sob sigilo.
O corpo foi encaminhado ao Instituto-Geral de Perícias para necropsia, que deverá confirmar a causa técnica da morte. A investigação deve esclarecer as circunstâncias do ocorrido com a vítima.
Informações: GZH
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