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Falecimento de ativista que lutou contra a cracolândia no centro de SP

Fábio Fortes liderou ações comunitárias contra a cracolândia no centro de São Paulo e morre aos 58, deixando legado de mobilização e pertencimento urbano

Fábio Ceridono Fortes (1967 - 2026)
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  • Fábio Ceridono Fortes, de 58 anos, faleceu em 25 de maio, após diagnóstico de câncer colorretal há cerca de 14 meses; deixou a esposa, a mãe, a irmã, três filhos e três netos.
  • Nascido em Cachoeira Paulista, interior de São Paulo, em 1967, mudou-se para a capital aos 17 anos e atuou em organizações comunitárias no centro de São Paulo.
  • Era conselheiro da Fundação Bachiana desde 2018 e ocupou cargos na Associação de Moradores e Comerciantes de Santa Cecília e Higienópolis (2004 a 2019) e na Associação de Campos Elíseos.
  • Liderou ações para evitar cracolândias no centro da cidade, destacadas pela imprensa e por editoriais, defendendo soluções que valorizassem a dignidade humana.
  • Era conhecido pelo espírito comunitário, participação em movimentos de segurança e zeladoria dos bairros, com visão de que o centro é a grande referência da cidade.

Fábio Ceridono Fortes, 58, faleceu no dia 25 de maio, em São Paulo, vítima de câncer colorretal diagnosticado há 14 meses. O ativista dedicou a vida a ações comunitárias na região central da capital, especialmente na luta para evitar a formação de cracolândias.

Natural de Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, Fortes mudou-se para a capital aos 17 anos e formou-se em economia. Atuou como conselheiro da Fundação Bachiana desde 2018 e ocupou cargos de liderança em associações de moradores de Santa Cecília, Higienópolis, Campos Elíseos e outras regiões.

Ao longo dos anos, liderou iniciativas de integração social, segurança cidadã e zeladoria dos bairros centrais. Foi pioneiro em ações para enfrentar a cracolândia, com atuação destacada pela imprensa e por especialistas da área.

Trajetória comunitária

Fortes participou da criação de eventos e entidades voltadas à convivência e à participação popular na região central. Ocupou posições de destaque em organizações civis e contribuiu para consolidar redes de apoio entre moradores e comerciantes.

Luta pela desintensificação da cracolândia

O ativista apoiou movimentos que propunham soluções para a degradação humana associada ao uso de crack no centro de São Paulo. Sua atuação foi mencionada por veículos de imprensa e editorialistas como relevante para o debate público.

Legado e família

De temperamento franco e dinâmico, Fortes era conhecido pelo espírito comunitário e pela capacidade de mobilizar pessoas. Deixou a mulher Raquel Luccat, a mãe, a irmã, três filhos, três netos e inúmeros amigos.

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