- Rafael Gil, chief creative officer da Artplan, será um dos três presidentes brasileiros do júri do Cannes Lions 2026, comandando a bancada Industry Craft.
- Em Cannes Lions 2025, a Artplan conquistou o Grand Prix de Industry Craft com “Nigrum Corpus” para o Instituto Yduqs e a Idomed, além de quatro leões (duas onças de ouro e uma bronze).
- Gil diz que o festival deixou claro o foco na integridade, com checagens mais rigorosas, utilizando IA para filtragem inicial e conferência humana em seguida.
- O craft é valorizado no contexto da tecnologia: a inteligência artificial aumenta opções, mas a força da ideia e da narrativa continua sendo decisiva.
- Além de Cannes, festivais e premiações são vistos como vitais para celebrar a criatividade, inspirar o mercado e fortalecer a conexão entre marcas e público.
Em 2026, o Cannes Lions volta a celebrar a criatividade brasileira, atenuando críticas do passado e destacando renovação. Rafael Gil, da Artplan, assume a presidência da bancada de Industry Craft. Ele exibe a trajetória da agência com foco em qualidade técnica e ética.
A nomeação chega como reconhecimento ao desempenho da Artplan no festival anterior, quando conquistou o Grand Prix em Industry Craft com Nigrum Corpus, projeto criado para a instituição Yduqs e a Idomed. Gil atuará ao lado de outros brasileiros.
O contexto envolve reflexões sobre integridade e governança que passaram pelo festival em 2025. Gil aponta mudanças de mecanismos e o uso de checagens mais rigorosas para preservar a credibilidade da mostra.
Quem está envolvido
Rafael Gil, chief creative officer da Artplan, preside a bancada de Industry Craft. Ele também já foi jurado da fase preliminar da categoria no ano anterior, impulsionando a compreensão dos critérios de avaliação.
A Artplan é a agência responsável pelo projeto premiado Nigrum Corpus, desenvolvido com Yduqs e Idomed. A campanha aborda o racismo estrutural na medicina por meio de uma disciplina chamada Mediversidade.
Quando e onde
O Cannes Lions 2026 ocorrerá em data a ser confirmada, seguindo o calendário anual do festival em Cannes, França. O foco é analisar cases brasileiros entre muitos concorrentes globais.
As discussões sobre processos de juria e integridade acontecem durante a preparação do evento, com atenção às novas diretrizes anunciadas após as polêmicas de 2025.
Por quê
A ênfase é manter a celebração da criatividade aliada à responsabilidade. Gil afirma que a integridade guia a avaliação, com checagens que combinam IA para filtragem inicial e verificação humana subsequente.
Ainda segundo ele, as tendências apontam para o maior uso da inteligência artificial na criatividade, elevando o nível entre agências de diferentes portes sem perder o foco em originalidade e sensibilidade.
Desdobramentos e perspectivas
O escritório da Artplan no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo trabalhou de forma integrada no projeto premiado, destacando a colaboração entre unidades para abordar temas sociais relevantes.
O festival enfatiza que a criatividade deve servir para construir marcas e conexões com o público, mantendo a indústria informada, responsável e preparada para os próximos desafios.
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