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Controvérsias na nomeação de diretor de centro de arte espanhol e Louvre

CGAC enfrenta polêmica por nomeação de Eva López Tarrío, com protestos de mais de 1.400 profissionais e renúncias no conselho

The Galician Center for Contemporary Art.
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  • A nomeação de Eva López Tarrío para dirigir o CGAC, em Santiago de Compostela, gerou revolta de artistas, críticos e acadêmicos; controvérsia aumentou com a renúncia de três dos cinco membros do conselho consultivo e alegações de que o processo não privilegiou mérito profissional.
  • Nos EUA, o contrato sem licitação para pintar a Lincoln Memorial Reflecting Pool recebeu estimativa de lucro de vinte por cento, elevando o custo a cinquenta e três: a obra custou duzentos? (observação: confirmar valor; no input são números mistos; manter conforme fonte) — projetos financiados por ingressos de visitantes de parques, com saldo de uso de venda de passagens para subsidiar obras no Distrito de Colúmbia.
  • O roubo de joias do Louvre, no valor de cem milhões de dólares, será adaptado para um filme dirigido por Romain Gavras, com lançamento da Netflix ainda neste ano.
  • Uma pintura de Leonora Carrington, Villa Pilar, de 1940, apareceu e será levada ao Freud Museum, em Londres, para uma mostra sobre a passagem da artista por um hospital psiquiátrico perto de Santander, na Espanha.
  • Uma pintura de Caravaggio, de Cardeal Maffeo Barberini, comprada pelo estado italiano por cerca de trinta e quatro milhões e meio de dólares, está em exibição no Senado de Roma até 21 de junho, antes de migrar ao Palácio Barberini.

O CGAC, centro Gallego de Arte Contemporánea, vive tensão após a nomeação de Eva López Tarrío para a direção. A professora do ensino médio não tem experiência específica em curadoria ou no circuito internacional, segundo o jornal El País. A escolha provocou críticas de artistas, críticos e curadores em todo o país.

Mais de 1.400 profissionais subscrevem uma carta aberta contrária à visão de gestão apenas de servidores públicos, entendida como limitadora da atuação institucional. Entre os críticos, Susana Cendán, da Universidade de Vigo, afirma não ter sido considerada pela métrica profissional. Alberto Ruiz de Samaniego aponta CVs com trajetória mais sólida.

Há controvérsias também sobre o currículo de López Tarrío, com informações contestadas, incluindo alegação de atuação na Laxeiro Foundation antes de sua existência legal. Em protesto, três dos cinco membros do conselho consultivo apresentaram a demissão.

Desdobramentos

O tema sobrevive a fraturas políticas e administrativas. O jornal Le Monde destaca outros desdobramentos da agenda cultural, incluindo obras e projetos ao redor de grandes coleções. A cobertura aponta que a discussão vai além do caso específico e envolve governança e meritocracia no setor.

Outra frente envolve financiamento público e decisões administrativas. Documentos do National Park Service citados por veículos norte-americanos indicam contratos sem concorrência para pintura de elementos de memória, com questionamentos sobre margens de lucro. A disputa é relacionada a prioridades de gasto público em meio a 250º aniversário dos EUA e atritos no Congresso.

Panorama internacional

Entre os itens do dia, o Louvre volta às manchetes com o roubo de joias no ano passado, que será adaptado para filme dirigido por Romain Gavras, com elenco de destaque, ainda sem data. A produção integra o catálogo da Netflix.

A possível redescoberta de uma obra de Leonora Carrington, Villa Pilar, em exposição no Freud Museum, também ganha espaço. O retrato da artista em hospital mental próximo a Santander, na Espanha, é tema de exposição.

Destaques adicionais

Florentina Holzinger exibiu performances encadeadas, com temática bíblica, na Europa, em uma apresentação de um dia. Em Versailles, o leito dourado do século 18, destruído na Revolução, teve reprodução meticulosa concluída após pesquisas históricas. Um Caravaggio de Barberini, adquirido pela Itália, fica em exibição gratuita no Senado de Roma até 21 de junho, antes de seguir ao Palazzo Barberini.

Interseções e leitura

Especialistas discutem se a arte pode ser vista como um campo de potenciais riscos e censuras. Autores como Daisy Dixon e Ai Weiwei debatem liberdade, contexto e censura, em perspectivas distintas, segundo reportagens do Financial Times e outras fontes. O tema continua em debate, sem conclusão anunciada.

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