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Elefante Happy morre aos 55 após eutanásia em zoológico de Nova York

Happy, elefante no zoológico do Bronx, entrou em caso histórico sobre direitos de pessoa e foi eutanizado aos 55 anos devido a condições de saúde avançadas

Bronx zoo elephant Happy strolls inside the zoo's Asia Habitat in New York on 2 October 2018.
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  • Happy, elefante asiático de 55 anos, foi euthanizada no Bronx Zoo, na cidade de Nova York, devido a condições de saúde relacionadas à idade.
  • A Wildlife Conservation Society informou que o diagnóstico apontou “condições de saúde progressivas” que justificaram a decisão.
  • A morte ocorreu de forma serena, cercada por tratadores, curadores e veterinários que cuidaram dela por mais de 30 anos.
  • Em 2018 houve um caso histórico sobre se Happy tinha direitos de pessoa; o tribunal máximo de Nova York rejeitou a ação por 5 a 2.
  • Happy ficou conhecida por estudar reconhecimento de si mesma em espelho em 2005; deixou a companheira Patty, também elefanta, de 57 anos, já que Nova York não mantém mais elefantes em seus zoológicos.

Happy, a elefanta asiática de 55 anos, foi eutanaziada no Bronx Zoo, em Nova York, encerrando tratamento por condições de saúde relacionadas à idade. A decisão foi tomada pela equipe do zoológico após avaliação médica. A instituição informou que a morte ocorreu de forma tranquila, cercada por cuidadores, curadores e veterinários.

O caso ganhou notoriedade nacional e internacional desde 2018, quando ativistas moveram uma ação para reconhecer direitos de personalidade a Happy e transferi-la para um santuário. O tribunal superior de Nova York recusou a alegação, em uma decisão majoritária de 5 a 2, mantendo a guarda no zoológico.

Segundo o Wildlife Conservation Society, que administra o Bronx Zoo, Happy recebia cuidado de longa data e apresentava relação amigável com visitantes, incluindo saudações com a tromba. A instituição não informou a possibilidade de futuras transferências de outros elefantes a Nova York.

Contexto histórico e reconhecimento

Happy participou de um estudo de 2005 que mostrou autoconsciência em elefantes, ao reconhecer-se em um espelho e tocar uma marca visível apenas na reflexão. O experimento contribuiu para debates sobre percepção animal e direitos dos animais.

A vida da elefanta incluiu ainda a convivência com Patty, sua companheira de 57 anos. O zoológico decidiu, há cerca de 20 anos, não abrigar mais elefantes no complexo, tornando Patty possivelmente o último exemplar nessa cidade.

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