- O programa Saúde no Campo completou um ano em 28 de maio de 2025, em Brasília, com debate sobre avanços, desafios e metas.
- Está presente em vinte e cinco estados e mais de 820 municípios, atendendo cerca de cinquenta e cinco mil pessoas, com foco em prevenção e orientação contínua.
- As ações incluem visitas mensais de enfermeiros, teleconsultas com clínicos, pediatras e psicólogos, além de soluções como exames portáteis, uso de inteligência artificial para acompanhamento e plataformas de telemedicina; meta é alcançar cem mil pessoas até o fim do ano.
- Desafios incluem distância, dificuldade de deslocamento e infraestrutura; já foram realizadas mais de noventa e seis mil visitas, com vinte e um mil cento e sessenta e três atendidos relatando comorbidades, destacando doenças cardiovasculares, diabetes e saúde mental.
- A estrutura atual prevê enfermeiro supervisor e quinze técnicos de saúde rural por estado, com mais de setecentos e vinte técnicos no campo; cada módulo atende até dois mil duzentos e cinquenta pessoas em quatrocentas cinquenta propriedades, além de caderno de saúde individual e kit de primeiros socorros.
O programa Saúde no Campo completou um ano e foi celebrado em Brasília, nesta quinta-feira (28/5), durante o evento Saúde Rural em Evidência. O objetivo é promover saúde preventiva no meio rural.
O Senar, ligado ao Sistema CNA/Senar, apresentou resultados, desafios de acesso e metas de expansão do programa. autoridades, especialistas e representantes do setor acompanharam o debate.
O Saúde no Campo oferece acompanhamento periódico nas propriedades com técnicos de saúde, orientando sobre prevenção, controle de pressão arterial e glicemia, e encaminhamentos médicos quando necessário.
Desafios
O programa já atua em 25 estados e mais de 820 municípios, atendendo cerca de 55 mil pessoas. A distância e o transporte dificultam o acesso a serviços de saúde no campo.
A tecnologia é aposta para superar obstáculos, com visitas mensais de enfermeiros e teleconsultas com clínicos, pediatras e psicólogos. Também há foco em saúde mental.
Entre os avanços, destacam-se exames portáteis, acompanhamento com inteligência artificial e plataformas de telemedicina.
Para os meses seguintes, a meta é chegar a 100 mil pessoas atendidas até o final do ano, com expansão acelerada à medida que os regionais ganham experiência.
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