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CASACOR SP 2026 aposta em bem-estar, natureza e novas formas de morar

CASACOR São Paulo 2026 aposta em bem-estar e novas formas de morar, com 70 ambientes no Parque da Água Branca e 40% abertos ao público

Ambiente assinado por Gui & Dado Castello Branco, na CASACOR 2026 — Foto: Denilson Machado/MCA Estúdio
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  • CASACOR São Paulo 2026 acontece no Parque da Água Branca, reunindo setenta ambientes focados em bem-estar, natureza, arte e novas formas de morar.
  • O evento ocorre de dois de junho a nove de agosto, ocupando mais de dez mil metros quadrados, com quarenta por cento dos ambientes abertos ao público sem custo.
  • O tema é “Mente e Coração”, que conecta arquitetura, design, cultura e afetividade, debatendo IA no cotidiano e a casa como espaço de memória e convivência.
  • Obras inéditas são apresentadas por artistas de Ceará, Pernambuco e São Paulo, com participação de profissionais e estúdios como Léo Shetman, Paulo Azevedo, Clara Nahas, Suite Arquitetos, Gui e Dado Castello Branco, Ohma e Michele Wharton.
  • A mostra reforça sustentabilidade no paisagismo, preservando jardins históricos do parque e evitando plantio direto nas canteiros, com plantas escolhidas para não serem tóxicas a animais.

A CASACOR São Paulo 2026 chega apresentando bem-estar, natureza e novas formas de morar. A mostra ocupa o Parque da Água Branca, na zona oeste, entre 2 de junho e 9 de agosto. O tema é Mente e Coração e a curadoria une arquitetura, design, cultura e afeto.

Ao todo, são 70 ambientes distribuídos em mais de 10 mil m². Entre casas, jardins, praças, áreas de estar, instalações artísticas e tiny houses, há opções de ingressos a partir de 80,50. 40% dos espaços são abertos ao público sem custo.

A proposta convida a refletir sobre vida contemporânea e IA no cotidiano, inclusive nas smart homes. Em contrapartida, a mostra valoriza a dimensão afetiva da casa latino-americana, com memórias, símbolos e gestos regionais.

Ao longo do percurso, áreas exploram arquitetura, design, convivência, trabalho e acessibilidade. A edição estreia obras inéditas de Charles Lessa, Jorge Souza e Carol Ambrósio, com processos criativos em seus territórios.

A sustentabilidade é opção central: o paisagismo preserva jardins históricos do parque. Árvores tombadas não recebem intervenção e a vegetação fica em vasos apoiados no solo, sem plantio direto. Espécies evitam plantas tóxicas para animais.

Participam ainda estúdios e profissionais como Léo Shetman, Paulo Azevedo, Clara Nahas, Suite Arquitetos, Gui e Dado Castello Branco, Ohma e Michele Wharton. O elenco prioriza diversidade de estilos e perspectivas.

Sustentabilidade e acesso

Os organizadores destacam protocolos para preservar o parque. Quase metade dos ambientes é acessível ao público sem necessidade de ingresso adicional, ampliando a relação com a vida cotidiana do espaço.

Informações práticas

Onde: Parque da Água Branca, Rua Dona Ana Pimentel, 37. Quando: 2 de junho a 9 de agosto, de terça a domingo, das 11h às 22h. Ingresso: a partir de 80,50.

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