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Defesa afirma repulsa à conduta de mulher que esmagava animais em vídeos

Defesa de mulher acusada de gravar e vender vídeos de tortura de animais pede parcimônia; caso envolve prática antiga e julgamento em andamento

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  • Daiana Schuinsekel de Almeida foi alvo de mandado de busca na Bela Vista, Centro de São Paulo, em 28 de maio de 2026, investigada por gravar tortura de animais e comercializar os vídeos.
  • A defesa afirma que as imagens não são recentes e que Daiana abandonou a prática há anos, alegando “arrependimento profundo”.
  • Segundo a SSP-SP, a mulher responde em liberdade pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência; ela colaborou com a investigação.
  • As autoridades apreenderam calçados usados nas sessões de zoossadismo e Daiana teria vendido os conteúdos para o exterior via Discord, com valores entre 20 e 50 euros cada um.
  • A defesa pediu parcimônia aos comentários nas redes e Daiana busca auxílio psicológico enquanto aguarda o andamento do processo.

Daiana Schuinsekel de Almeida foi alvo de mandado de busca nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026, em um apartamento no Centro de São Paulo. As investigações apuram gravação, tortura de animais e venda dos vídeos em redes sociais para o exterior. A defesa afirma que as imagens são antigas e que a suspeita demonstra arrependimento.

Segundo a Polícia Civil, a operação foi conduzida pela 3ª Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente (DPCA) e pela delegacia responsável pela área. A denúncia partiu de uma ONG da Bulgária, com indícios de zoossedismo envolvendo filhotes de animais. Os vídeos eram comercializados por valores entre 20 e 50 euros via plataformas de mensagens.

Daiana foi conduzida à delegacia para esclarecer os fatos e, como não houve flagrante, foi liberada após prestar depoimento. A defesa afirma colaboração integral durante o procedimento e que Daiana está buscando apoio psicológico enquanto aguarda o andamento do processo, no qual deverá receber a devida pena.

Entenda o caso

A investigação aponta que a suspeita gravava cenas em que pisava e esmagava filhotes, como coelhos e pintinhos, com diferentes calçados. A prática teria sido comercializada para clientes estrangeiros por meio de redes digitais, com identificação por tatuagem e marcas visíveis nas pernas nas gravações.

A SSP-SP confirmou que Daiana responde em liberdade pelos crimes de maus-tratos, zoossedismo e comercialização de vídeos de violência. A polícia apreendeu sapatos supostamente usados nas sessões, utilizados como evidência material do crime. A defesa sustenta que as imagens descrevem conteúdos antigos e que não houve prisão em flagrante.

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