- No quinto dia de julgamento, a mãe de Henry Borel passou mal durante o interrogatório e foi atendida por um médico; ela deve retornar no sábado.
- O perito da Polícia Civil, que realizou o exame no corpo da criança no IML, afirmou que não houve acidente doméstico e que a criança sofreu muito antes de morrer.
- O legista Luiz Airton Saavedra disse que as lesões identificadas não são compatíveis com acidente doméstico nem com manobras de reanimação.
- Monique Medeiros, mãe de Henry e ré no processo, foi a primeira a depor na sexta-feira.
- A babá Thayna Ferreira será ouvida na segunda-feira; a defesa afirma que ela foi pressionada a mentir e diz que ela tem muito a dizer.
No quinto dia de julgamento da morte de Henry Borel, a mãe da criança passou mal durante o interrogatório e precisou de atendimento médico. O perito da Polícia Civil, que analisou o corpo no IML, disse que Henry não sofreu acidente doméstico e que houve sofrimento antes da morte.
O depoimento inicial desta sexta-feira foi do perito, que confirmou os laudos do IML e reiterou que as lesões identificadas não são compatíveis com um acidente ou com manobras de reanimação. A defesa teve acesso aos resultados do exame no início da manhã.
Durante o interrogatório, Monique Medeiros, mãe de Henry e ré no caso, passou mal e recebeu atendimento médico. A previsão é que retorne no sábado para acompanhar o andamento do júri.
Depoimentos e próximos passos
O legista Luiz Airton Saavedra, que também foi ouvido, reforçou que as lesões encontradas não condizem com acidente doméstico. Ele afirmou que não há relação com procedimentos de reanimação.
A babá do menino, Thayna Ferreira, será ouvida na segunda-feira. A defesa alega que ela foi pressionada a mentir anteriormente e afirma que ela tem informações relevantes a declarar.
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