- A Polícia Civil prendeu, em Salinas, no Norte de Minas, o mentor de sequestro milionário e uma comparsa, em operação com o Ministério Público de Minas Gerais.
- O mentor é apontado como principal responsável por planejar e coordenar o sequestro de um empresário em Coronel Murta, ocorrido em 2024, mantido em cativeiro por vários dias e libertado após o pagamento de resgate.
- A investigação aponta ligação do mentor com facção criminosa de alcance nacional, o que eleva a gravidade do caso.
- Foram apreendidos celulares, documentos e uma quantia em dinheiro; os suspeitos foram encaminhados para a delegacia de Salinas, à disposição da Justiça.
- A polícia continua as apurações para identificar outros envolvidos e esclarecer completamente o caso; a pena prevista pode passar de 30 anos de prisão.
A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu nesta quarta-feira (29) um mentor de sequestro milionário em Coronel Murta, no Vale do Jequitinhonha, e uma comparsa, em Salinas, no Norte de MG. A operação contou com apoio do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Segundo as investigações, o mentor foi um dos principais responsáveis por planejar e coordenar o sequestro de um empresário ocorrido em 2024. A vítima ficou em cativeiro por vários dias e foi liberada após o pagamento de resgate.
A apuração aponta ligação do mentor com facção criminosa de alcance nacional, o que agrava o caso. A pena prevista pode superar 30 anos de prisão, conforme o entendimento judicial.
Durante a operação foram apreendidos celulares, documentos e uma quantia em dinheiro. Os suspeitos foram encaminhados à delegacia de Salinas, onde permanecem à disposição da Justiça.
A investigação segue para identificar outras pessoas envolvidas e esclarecer todos os detalhes do caso. A Polícia Civil reforça o combate ao crime organizado na região.
Progresso da investigação
A polícia não informou novos detalhes sobre os alvos da investigação nem sobre possíveis outros mandados. Técnicos devem analisar os objetos apreendidos para traçar o esquema.
Penas e próximos passos
A defesa dos suspeitos não foi apresentada publicamente até o momento. A investigação continua para confirmar participação de terceiros e indicar as funções de cada envolvido.
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