- Pedro Ortaça morreu nesta sexta-feira, 29, aos 83 anos, internado no Hospital das Clínicas de Ijuí (RS).
- Foi o último dos Troncos Missioneiros, grupo que definiu o som da música gaúcha; os outros membros eram Noel Guarany, Cenair Maicá e Jayme Caetano Braun.
- A família informou que ele passou por três paradas cardiorrespiratórias e havia feito uma cirurgia no dia anterior, 28.
- A filha Marianita Ortaça publicou em Instagram que ele era exemplo de resiliência, coragem e força.
- Ao longo da carreira, lançou treze álbuns de estúdio e teve hits como Timbre de Galo, Eu Sou do Sul e Bailanta do Tibúrcio.
Pedro Ortaça, importante nome da música gaúcha, faleceu aos 83 anos na sexta-feira, 29. A confirmação veio pela família, que informou ter ocorrido três paradas cardiorrespiratórias. O cantor estava internado no Hospital das Clínicas de Ijuí, no Rio Grande do Sul, e havia passado por uma cirurgia no dia anterior, 28.
Ortaça foi reconhecido como uma referência da identidade cultural gaúcha nas últimas décadas. Ele era considerado o último dos Troncos Missioneiros, título dado aos artistas que definiram o som regional com olhar histórico e social. Outros nomes associados ao grupo são Noel Guarany, Cenair Maicá e Jayme Caetano Braun.
Durante a carreira, Pedro Ortaça lançou 13 álbuns de estúdio e diversas compilações. Entre os maiores sucessos estão Timbre de Galo, Eu Sou do Sul e Bailanta do Tibúrcio. A filha Marianita Ortaça publicou uma declaração homenageando o pai nas redes sociais.
Dados da morte
O falecimento ocorreu em Ijuí, no interior gaúcho, após internação e cirurgia realizadas no hospital local. A família afirmou que o artista passou por três paradas cardiorrespiratórias antes de falecer.
Legado e contexto
O papel de Ortaça na música regional é destacado pela valorização de temas históricos e sociais. Sua trajetória é associada à identidade cultural do Rio Grande do Sul, mantendo viva a tradição da cantoria e da composição regional.
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