- O Governo do Distrito Federal entregou uma nova Adutora de Água Tratada em Planaltina, com investimento de R$ 2,86 milhões.
- A obra reforça o abastecimento no eixo Sobradinho-Planaltina, Estância Mestre D’Armas, atendendo 186 mil pessoas.
- A entrega ocorreu nesta sexta-feira, 29 de maio, em evento com assinatura de licenças ambientais, ordens de serviço e inauguração de obras.
- Também foram anunciadas ações de drenagem, saneamento e pavimentação para ampliar a segurança hídrica e a qualidade da infraestrutura.
- A adutora interliga a Estação de Tratamento de Água de Planaltina, a captação do Pipiripau e a Elevatória Mestre d’Armas.
A região administrativa de Planaltina ganhou uma adutora de água tratada, implantada pela Caesb, com entrega oficial na manhã desta sexta-feira (29/5). A obra reforça o abastecimento no eixo Sobradinho-Planaltina, especialmente na Estância Mestre D’Armas, atendendo a cerca de 186 mil moradores. O investimento é de R$ 2,86 milhões.
A nova infraestrutura conecta a Estação de Tratamento de Planaltina à captação de Pipiripau e à Elevatória Mestre d’Armas, fortalecendo a rede na área. Além da adutora, o evento anunciou um conjunto de obras de drenagem, saneamento e pavimentação na região, com foco na segurança hídrica e na melhoria da infraestrutura local.
Celina Leão, governadora do Distrito Federal, destacou que a entrega traz melhoria na qualidade de vida e maior segurança hídrica para a população, reforçando a importância da água para a vida diária. A iniciativa busca ampliar a confiabilidade do abastecimento na região.
Detalhes da interligação e obras associadas
A adutora interligada ao sistema existente busca reduzir interrupções no abastecimento e ampliar a capacidade de atendimento da Estação de Tratamento de Planaltina. O conjunto de obras está alinhado a ações de infraestrutura para ampliar o saneamento e a pavimentação em Planaltina.
Ações complementares visam aprimorar a drenagem pluvial e a coleta de esgoto na região, contribuindo para a melhoria geral do serviço público. A previsão é de que as intervenções gerem maiores níveis de segurança hídrica e resiliência frente a eventos climáticos.
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