- Emily Newcombe, de Barnsley, foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo há dois anos e busca aumentar a conscientização sobre a condição.
- Ela descreve rituais como tomar banho por duas horas, verificar a porta do quarto pela FaceTime, dirigir repetidamente em rondas e assistir ao mesmo vídeo por 14 horas.
- A doença acompanha a vida desde a infância, com memórias de alinhavar itens e sentir vergonha de revelar aos parceiros.
- Em dois mil e vinte e quatro, foi internada por três meses em hospital psiquiátrico; a rotina de rituais também a impediu de manter o trabalho.
- A família planeja arrecadar funds para tratamento em uma unidade residencial especializada em Londres; a OCD Action estima que o transtorno afeta 1–2% da população e enfrenta estigma.
Emily Newcombe, 32 anos, de Barnsley, convive com transtorno obsessivo-compulsivo (OCD) desde a infância, segundo relato compartilhado para ampliar a conscientização. Em episódios intensos, ela chega a levar duas horas para tomar banho, verificar se a porta do quarto está fechada e percorrer rotatórias várias vezes.
Ela recebeu o diagnóstico oficial há dois anos, após buscar ajuda. Desde então, tem trabalhado para informar sobre o OCD e os desafios diários que a condição impõe, especialmente a necessidade de desmentir estigmas sobre o tema.
O que aconteceu
Newcombe descreve hábitos que marcam o OCD, como passar horas alinhando objetos e repetindo verificações ao longo do dia. Em momentos extremos, o ritual envolve ficar em pé por longos períodos e caminhar de forma repetitiva até sentir que tudo está adequado.
Quem está envolvido
A família acompanha o quadro de perto. A mãe, Catherine, relata que a caminhada de Emily e a vigilância constante de seus movimentos já foram percebidas por outras pessoas, inclusive em locais públicos.
Quando e onde
Os episódios ocorreram ao longo da vida, com agravamento nos últimos anos. Em 2024, Emily ficou três meses internada em hospital psiquiátrico para tratamento. Atualmente, segue em tratamento local, incluindo terapia cognitivo-comportamental.
Por quê e desdobramentos
Segundo a família, o OCD não se resume a ações simples de higiene, mas envolve fobias complexas que afetam decisões e relacionamentos. A jovem interrompeu a atuação profissional por dificuldade de cumprir horários e manter compromissos.
O impacto na vida
Saúde física também é afetada: as pernas e os pés ficaram inchados pela permanência prolongada em pé durante as sessões de ritual. A mãe relata esforço intenso para sustentar a filha diante das dificuldades diárias.
Avanços e esperança
A família busca recursos para tratamento em uma unidade residencial especializada em transtornos de ansiedade em Londres. Enquanto isso, Emily ressalta a importância de explicar o OCD para reduzir o preconceito e incentivar a empatia.
Sobre o distúrbio
Organizações de apoio indicam que o OCD afeta cerca de 1-2% da população e é com frequência mal compreendido pela sociedade. O objetivo é esclarecer que o transtorno é debilitante, não apenas um traço peculiar.
Emily afirma que não está sozinha e que é preciso tempo, compreensão e cuidado ao lidar com pessoas que convivem com o OCD.
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