- O julgamento da morte de Henry Borel entra no sexto dia neste sábado, 30, no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro; depoimento de Leniel Borel deve ocorrer entre 9h e 12h, e o júri continua no domingo.
- O pai da criança já havia começado a depor nesta sexta-feira, enquanto Jairinho pediu para deixar o plenário durante a sessão.
- Monique Medeiros saiu da sessão pela manhã após passar mal durante a exibição de imagens da necropsia, com a justiça destacando que ela também precisou se ausentar.
- Leniel Borel é a 13ª e última testemunha de acusação; ao todo, 27 pessoas serão ouvidas, e os depoimentos das testemunhas de defesa devem começar em seguida.
- Os réus são acusados de homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual; caso recebam pena superior a 15 anos, a prisão imediata pode ocorrer ainda no plenário, e o julgamento deve durar entre sete e dez dias.
O julgamento da morte do menino Henry Borel entra no sexto dia neste sábado, no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Leniel Borel deve continuar seu depoimento entre 9h e 12h, com a sessão mantida para o domingo, 31. Jairinho e Monique Medeiros são réus por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.
O pai de Henry iniciou seu depoimento ainda nesta sexta-feira, durante o quinto dia do júri. Jairinho pediu para deixar o plenário durante a oitiva do médico legista, Luiz Airton Saavedra de Paiva, que foi a 12ª testemunha ouvida. Monique Medeiros deixou a sessão pela manhã após a exibição de imagens da necropsia.
A defesa relata que Leniel descreveu Monique como mãe zelosa em seu primeiro depoimento, mas diz ter mudado de opinião após acessar conversas familiares. Leniel também revelou que a separação de seis meses antes da morte ocorreu quando Monique morava com Jairinho por cerca de um mês e meio.
Dinâmica do julgamento
Leniel descreveu o momento em que entregou Henry à mãe, com o menino agarrado ao pai. Ele afirmou que as palavras ditas à criança não aplacaram o medo, conforme o depoimento. Ao todo, 27 pessoas estão previstas como testemunhas.
Perspectivas do caso
Os jurados devem ouvir as testemunhas de defesa após a oitiva de Leniel. A juíza Elizabeth Machado Louro preside o julgamento. A expectativa é que o processo tenha duração entre sete e dez dias, com possibilidade de prisão imediata dos réus no plenário pela acusação caso haja condenação superior a 15 anos.
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