- Casacor São Paulo 2026 ocorre de 2 de junho a 9 de agosto no Parque da Água Branca, com a realização da Editora Globo, em mais de 10 mil m² e 70 ambientes.
- O tema é Mente e Coração, enfatizando bem-estar, pertencimento e novas formas de habitar, conectando arquitetura e design às complexidades do mundo atual.
- O evento traz oito jardins, 25 estreantes e sete novos nomes, com presença de dois convidados internacionais: Edward van Vliet, da Holanda, e Eduardo Baldelomar, da Bolívia.
- Entre os destaques estão projetos como Jardim onde a mente pousa, Casa Coral Celeiro Alvorada, Apartamento Deca e Casa memória essenciais, com diferentes referências e formatos.
- O conjunto inclui ainda ambientes como Casa Jacob, Reflexões intemporais, Cukikoo Pavilion e Co-Living Chiquitano, com informações de datas, local e ingressos disponíveis.
A Casacor São Paulo 2026 acontece entre 2 de junho e 9 de agosto no Parque da Água Branca, em Perdizes. A edição, a 39ª, é realizada pela Editora Globo e ocupa mais de 10 mil m² com 70 ambientes de decoração, interiores, paisagismo, instalações artísticas, lojas e restaurantes.
O tema deste ano é Mente e Coração, buscando discutir bem-estar, pertencimento e novas formas de habitar. A mostra reforça a atuação da arquitetura e do design como instrumentos para enfrentar as complexidades contemporâneas. Quase uma década após sua primeira edição no parque, o projeto volta a destacar produções autorais.
Entre os participantes, há oito jardins e 25 estreantes, além de sete novos nomes na Casacor São Paulo. Há também dois convidados internacionais: o designer Edward van Vliet, da Holanda, e o arquiteto Eduardo Baldelomar, da Bolívia. Profissionais de diversos estados integram o elenco.
Destaques dos ambientes
O Jardim onde a mente pousa, assinado por Bia Abreu Paisagismo, aposta em desaceleração para equilibrar mente, corpo e coração. Elementos como água, pedra e madeira traduzem uma atmosfera sensorial voltada ao bem-estar.
A Casa Coral Celeiro Alvorada, de Nildo José | NJ+ Arquitetos, ocupa 213 m². O espaço dedica-se à memória do pai do arquiteto, com living em pé-direito duplo, estante de quatro mil livros e uma escada helicoidal roxa que conectam a sala a um mezanino.
A Casa da Marcenaria Brasileira | Duratex, de João Panaggio, tem 250 m² e celebra a madeira como linguagem, memória e prática cultural. A proposta reúne peças de várias gerações, com uma linha do tempo de poltronas autorais e uma passarela em vão livre.
O Apartamento Deca, de Guilherme e Dado Castello Branco, ocupa 265 m². O living neutro valoriza grandes janelas, luz natural e um conjunto que integra sala, cozinha e área de convivência, com cortinas contínuas para ampliar a sensação de espaço.
A Casa memória essenciais, de Felipe de Almeida, aposta em referências maximalistas a partir do acervo pessoal do designer, reunindo living, escritório, sala de jogos, cozinha e quarto em uma composição rica em texturas.
A Casa Simonetto — Tributo a Janete Costa, de Gabriel Fernandes, valoriza artesanato brasileiro com estante imponente em pau-ferro, tecidos manuais e obras do acervo da arquiteta.
Carmim — PN+ | Paula Neder apresenta um loft com releituras da tradição francesa em preto, branco e carmim. Peças artesanais, têxteis e instalações evocam autocuidado.
A Casa Brastemp, de Marcelo Salum, tem 195 m² e cores quentes para um espaço que simula a casa de uma cozinheira profissional, com cozinha, laboratório culinário, sala e bar integrados a referências de arte, moda e música.
O projeto Ruído Branco, de Cyro Arquitetura, utiliza volumes de marcenaria para integrar cozinha, sala e quarto. O destaque fica para o painel de azulejaria de Rômulo Lass e uma proposta que busca abafar distrações externas.
Ohma apresenta Ilha da alma, um espaço com formas orgânicas, tons terrosos e azuis. Marcenaria, lareira e obras de arte reforçam a ideia de lugar entre a mente que pensa e o coração que sente.
A Cozinha Brastemp — Um lugar de transformação, de Beatriz Quinelato, é um espaço de 72 m² que convida à convivência. Tons marsala e verde são usados em uma circulação ampla, com reaproveitamento de mármore na bancada.
A CasaJacob Itaú Personnalité, de Felipe Carolo, celebra o centenário do avô com móveis herdados, peças vintage e referências afetivas. Elementos como lustre Flying Disc e lareira em formica bronze chamam a atenção no living.
Reflexões intemporais, da Altera Arquitetura e Interiores, mistura cozinha, sala de almoço e lavanderia em uma proposta de convívio. Marcenaria em marsala, metais red gold e quartzito Taj mahal conferem acolhimento.
Cukikoo Pavilion, de Edward van Vliet, é um pavilhão modular desmontável. A estrutura de aço fica oculta por revestimentos cerâmicos e painéis de jequitibá, com área interna de meditação e espaço externo de bem-estar.
Co-Living Chiquitano, de Eduardo Baldelomar, mede 32 m² e traça uma travessia pela cultura da Chiquitania, na Bolívia. Memória e identidade se transformam em experiência arquitetônica.
Informações úteis
Casacor São Paulo 2026
Datas: 2 de junho a 9 de agosto de 2026
Horários: terça a domingo e feriados, 11h às 22h
Endereço: Parque da Água Branca, Rua Dona Ana Pimentel, 40
Ingressos: entre R$ 70,50 (meia) e R$ 161 (inteira)
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