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Anac estuda modernizações para evitar panes, afirma diretor

Anac analisa modernizações para evitar panes; falha em satélite do Decea afetou operações por apenas alguns minutos, mas contingência manteve segurança de voo

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  • Tiago Faierstein, diretor-presidente da Anac, afirma que falha em satélite contratado pelo Decea causou problemas operacionais em aeroportos de São Paulo na terça-feira (2), por poucos minutos.
  • Segundo ele, a falha não atingiu a infraestrutura do Decea nem comprometeu a segurança de voo.
  • O problema ocorreu em um dos satélites usados pelo Decea para gerar as frequências de comunicação com as aeronaves.
  • Planos de contingência foram acionados, com troca de frequências e transferência de comunicações de decolagem para a torre de controle do aeroporto.
  • Faierstein destaca que o sistema tem redundância e que o episódio não indica falha sistêmica, sendo considerado pontual, similar a um incidente anterior há cerca de dois meses.

O que aconteceu foi uma falha em um satélite contratado pelo Decea, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo, que afetou operações nos aeroportos de São Paulo por poucos minutos na terça-feira, 2 de outubro. A falha não atingiu a infraestrutura do Decea, e as frequências de comunicação com as aeronaves ficaram comprometidas apenas momentaneamente.

Quem está envolvido é o Decea, responsável pela gestão do espaço aéreo, e a Anac, representada pelo diretor-presidente Tiago Faierstein. A Anac informou que o incidente impactou as operações apenas por alguns minutos e não comprometeu a segurança de voo. As equipes acionaram planos de contingência para manter a comunicação com as aeronaves.

Quando ocorreu, onde aconteceu e por quê são detalhados assim: houve interrupção nos aeroportos de São Paulo em função de falha em satélite utilizado pelo Decea para gerar frequências de comunicação. A distância temporal foi de minutos, segundo a Anac, minimizando riscos operacionais.

Planos de contingência e redundâncias

O Decea atuou rápido ao substituir as frequências afetadas e realocar as comunicações de decolagem para a torre de controle do aeroporto, onde as frequências estavam disponíveis. O sistema dispõe de redundâncias e protocolos reconhecidos internacionalmente, conforme atualização feita pela autoridade.

Contexto recente

O episódio é comparado a um incidente ocorrido há cerca de dois meses, quando houve um princípio de incêndio que levou à evacuação do prédio do Decea. Naquele caso, as operações foram transferidas rapidamente para o centro de controle em Brasília. A Anac reforça que nenhum dos eventos configura falha sistêmica.

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