- Pane na comunicação suspende temporariamente pousos e decolagens nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo, na manhã de terça-feira, dia 2.
- Um voo de Vitória para Guarulhos chegou a dar voltas no ar antes de pousar; outro, de Porto Alegre para Congonhas, também realizou manobras antes do desembarque.
- O voo de Vitória voltou a Guarulhos por volta de 9h55; o de Porto Alegre para Congonhas circulou sobre o mar por volta de 10h09 e pousou às 10h40.
- A GRU Airport atribui a suspensão a uma interrupção no Controle de Aproximação de São Paulo; a Aena indica problema no controle de tráfego aéreo; a FAB confirmou a interrupção temporária das operações.
- O tempo médio desta rota é de cerca de 1h16; o voo que durou 1h29 entrou em normalização pouco depois.
O tráfego de aeronaves nos aeroportos de Guarulhos (GRU) e Congonhas (CGH), em São Paulo, foi prejudicado nesta terça-feira, 2, por pane na comunicação. A suspensão provisória afetou pousos e decolagens na região, segundo informações oficiais.
A Força Aérea Brasileira confirmou a interrupção das operações aéreas na área de atuação do Decea, explicando que o problema foi técnico e externo, com as aeronaves devidamente sequenciadas para manter a segurança.
Segundo a GRU Airport, houve interrupção no Controle de Aproximação de São Paulo, responsável pela organização do fluxo de voos no aeroporto paulista. A Aena, que administra Congonhas, apontou falha no controle de tráfego aéreo como causa do distúrbio.
Dados do FlightRadar indicaram aeronaves chegando a curvas no ar antes de pousar. Um voo vindo de Vitória contornou próximo a Paraty por volta das 9h55. Outro, vindo de Porto Alegre, começou a girar acima do mar às 10h09 e pousou em Congonhas às 10h40.
A normalização parcial se deu ao longo da manhã, com o retorno gradual das operações. O tempo médio de voo nessa rota costuma ficar em torno de 1h16, porém houve registro de duração de 1h29 para um dos voos afetados.
O episódio é o terceiro com impactos no fluxo de voos na região de São Paulo desde abril, quando outra falha no controle de tráfego já interrompeu operações de Congonhas e de outros aeródromos.
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