- Rio de Janeiro registra dois policiais militares mortos em apenas cinco dias; Adriano Pereira de Sousa, 36 anos, e André Luiz Cardoso Eccard, 49 anos, foram atingidos por tiros de fuzil na cabeça durante operações.
- Caso mais recente envolve o sargento Adriano, lotado no 9º Batalhão de Polícia Militar (Rocha Miranda), que atuava na comunidade Faz Quem Quer, na zona norte, quando foi baleado; ele chegou a ser resgatado por helicóptero, mas não resistiu.
- A ação visava desarticular atividades criminosas e remover barricadas; Adriano foi levado ao Hospital Central da corporação, onde morreu.
- O crime anterior ocorreu na quinta-feira (28), quando o subtenente André foi atingido por tiro de fuzil durante patrulhamento na comunidade da Covança, no Tanque, Jacarepaguá; outros três policiais ficaram feridos.
- André Luiz Cardoso Eccard era veterano da corporação, tendo ingressado na Polícia Militar em 2000.
Em cinco dias, dois policiais militares morreram no Rio de Janeiro em confrontos com tiros de fuzil. Adriano Pereira de Sousa, 36 anos, e André Luiz Cardoso Eccard, 49, foram vítimas de operações distintas entre quinta-feira (28) e segunda-feira (1º). Ambos os casos ocorreram durante ações ligadas ao combate ao crime.
O sargento Adriano, lotado no 9º BPM Rocha Miranda, morreu durante uma operação na comunidade Faz Quem Quer, na zona Norte. O objetivo era desarticular atividades criminosas e remover barricadas. Ele foi resgatado por helicóptero, mas chegou ao Hospital Central da PM sem sinais vitais. O sargento ingressou na corporação em 2011 e deixa dois filhos.
Crimes em Jacarepáguá marcaram o caso anterior. O subtenente André, veterano com ingresso na PM em 2000, morreu após ser atingido por tiro de fuzil na cabeça durante patrulhamento na comunidade Covanca, no Tanque. Outros três policiais ficaram feridos na ação, em que criminosos, em motocicleta, dispararam contra um carro descaracterizado em que estavam André e colegas.
Contexto das investigações
As autoridades investigam a origem dos disparos e os responsáveis pelos ataques. A polícia informou que as ocorrências são parte de operações de combate a facções criminosas na cidade. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre prisões ou desfechos de investigações até o momento.
Dados dos envolvidos
André Luiz Cardoso Eccard tinha 49 anos e ingressou na PM em 2000. Adriano Pereira de Sousa tinha 36 anos e entrou na corporação em 2011. Ambos atuavam em operações que visavam neutralizar atividades criminosas e restabelecer a ordem em áreas sob atuação de grupos criminosos.
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