- Em outubro de 2024, em Santa Catarina, familiares afirmaram que a bebê se mexeu durante o velório, levando à intervenção de médicos e conselheiras tutelares.
- Após a entrada no hospital, foram realizados testes que confirmaram o óbito, resultando em um segundo atestado e no novo velório da menina.
- O Ministério Público solicitou laudos adicionais; a cadavérico indicou que a morte ocorreu no horário compatível com o primeiro atestado e não houve sinais vitais no velório.
- O médico legista explicou que leituras de oxímetro podem ocorrer mesmo após a morte, possivelmente por má fixação. Um laudo anatomopatológico não apontou irregularidades além das causas já declaradas (desidratação e gastroenterite).
- O Ministério Público arquivou o caso por não haver indícios de conduta criminosa por parte da equipe médica ou do hospital. O pai relatou informações contraditórias durante o acompanhamento.
Kiara Crislayne Moura dos Santos, 8 meses, entrou no centro de velório com sinais de atividade, segundo relatos da família. O caso ocorreu em outubro de 2024, em Santa Catarina, e virou pauta após a conclusão de laudos médicos que investigaram o que houve durante o velório.
Os pais afirmaram ter visto a bebê mexer pouco antes de ser encaminhada ao hospital. De acordo com o pai, Cristiano Santos, o atendimento envolveu atendimento com aparelhos de monitorização que registraram batimentos e saturação durante o traslado. Depois, o hospital afirmou ter realizado novos exames.
Laudo cadavérico aponta morte natural
A Polícia Científica, a pedido do MPSC, realizou o laudo cadavérico após o segundo atestado de óbito. O documento confirmou que a morte ocorreu no horário indicado no primeiro atestado, descartando a possibilidade de sinais vitais reais durante o velório.
O laudo também apontou que o oxímetro poderia ter sido posicionado de forma inadequada, o que explicaria leituras de saturação mesmo após o falecimento. Um segundo atestado foi emitido com base nesse exame.
Exames complementares e desfecho do caso
O MPSC solicitou ainda um laudo anatomopatológico para confirmar a causa da morte. O resultado não indicou irregularidades que indicassem negligência ou intervenção externa na morte, mantendo como causas naturais gastroenterite e desidratação.
Em razão dos resultados, o Ministério Público de Santa Catarina arquivou o inquérito policial, alegando ausência de indícios de conduta criminosa por parte da equipe médica ou do hospital. O caso, porém, permanece no debate público local.
Reação da família e씩 desdobramentos
Ainda sem conclusão diferente, o pai de Kiara comentou a gravidade da situação e a repetição de informações médicas divergentes. A família pediu maior clareza sobre o que ocorreu e sobre os procedimentos médicos adotados no hospital.
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