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O que testemunha viu antes da queda que tirou a vida da passageira em Congonhas

Testemunha descreve queda de idosa ao descer a escada durante desembarque em Congonhas; morte ocorreu dois dias depois, enquanto polícia investiga

O que testemunha viu antes de queda que terminou em morte de passageira em Congonhas
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  • O empresário e influenciador Júlio Mamute relatou que Maria da Glória Pereira da Silva Fávaro, de 72 anos, perdeu o equilíbrio ao descer a escada com uma mala pesada e caiu, atingindo a cabeça.
  • A queda aconteceu no domingo, dia 31 de maio, durante o desembarque de um voo no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
  • A passageira foi levada para um hospital particular na Zona Sul da capital, mas faleceu dois dias depois devido aos ferimentos.
  • O caso será investigado pela 2ª Delegacia de Atendimento ao Turista de Congonhas; a Latam Airlines informou que os protocolos foram seguidos, e a Aena Brasil lamentou o ocorrido.
  • A testemunha mencionou que poderia ter sido evitada com escadas melhores, reacendendo o debate sobre acessibilidade e segurança em procedimentos de embarque e desembarque.

O que aconteceu aconteceu no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no último domingo. Uma passageira de 72 anos, Maria da Glória Pereira da Silva Fávaro, caiu durante o desembarque de um voo e não resistiu aos ferimentos. A vítima era moradora de Ituverva e seguia para comemorar o aniversário da filha no Mato Grosso.

A testemunha, empresário e influenciador Júlio Mamute, descreveu que a idosa parecia bem momentos antes da queda. Ela descia a escada da aeronave carregando uma mala pesada, perdeu o equilíbrio e caiu com a cabeça no chão. Segundo ele, não houve sinal de mal súbito.

Após o ocorrido, equipes médicas do aeroporto atenderam a passageira, que foi encaminhada a um hospital particular na Zona Sul de São Paulo. Maria da Glória morreu dois dias depois. Ela viajava para a comemoração de aniversário da filha.

Investigação e posicionamentos

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo registrou o caso como morte acidental e informou que a 2ª Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur) de Congonhas ficará responsável pela apuração. A Latam, companhia aérea do voo, informou que os protocolos previstos foram seguidos e que uma colaboradora acompanhou a passageira até a chegada da família. A administradora do aeroporto, Aena Brasil, também informou que equipes médicas foram acionadas e que a passageira foi removida para atendimento na região, lamentando o falecimento.

A reação de acompanhantes e funcionários, bem como o incidente, reacende o debate sobre a segurança em procedimentos de embarque e desembarque, especialmente para passageiros idosos ou com mobilidade reduzida.

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