- Casal foi preso nesta quarta-feira (3) em Lagoa Santa, região metropolitana de Belo Horizonte, após denúncia anônima.
- As imagens de câmera de segurança mostraram o momento em que o casal foi abordado pela Polícia Militar na pousada onde estavam escondidos.
- Eles confessaram ter intoxicado a criança com remédios calmantes em novembro de 2025 e indicaram o local onde o corpo foi jogado em um rio na região.
- A polícia localizada o corpo do bebê durante as buscas e o casal deverá responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
- Investigação aponta relacionamento conturbado entre os envolvidos; a criança era fruto de relacionamento anterior da mulher.
Na manhã desta quarta-feira (3), um casal foi preso em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, suspeito de matar um bebê de um ano e esconder o corpo em um rio. As imagens de uma câmera de segurança registraram o momento da abordagem pela Polícia Militar na pousada onde estavam escondidos.
Segundo a Polícia Civil, o casal confessou que intoxicou a criança com remédios calmantes em novembro de 2025. A prisão ocorreu após recebimento de denúncia anônima sobre a presença deles na cidade.
De acordo com as investigações, a morte ocorreu após uma discussão ocorrida no mês passado, e o corpo da criança foi jogado em um rio da região. O corpo foi localizado após buscas realizadas pelas equipes de segurança.
O casal foi encaminhado à delegacia de Lagoa Santa, onde deve responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer motivações e demais circunstâncias do crime. A prisão foi confirmada por meio de imagens de câmeras de segurança que registraram a abordagem.
Investigação em andamento
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que o casal tinha um relacionamento conturbado, e que a criança era fruto de um relacionamento anterior da mulher. As apurações seguem para confirmar detalhes e possíveis testemunhos.
A corporação ressalta que novas informações podem surgir à medida que as diligências continuam.
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