- A Força Aérea Brasileira informou a intenção de comprar mais 20 caças Gripen E para o Projeto F-X2, contrato ainda não assinado.
- A ampliação da frota ocorreria pela prorrogação do contrato atual, que previa a entrega de 36 aeronaves até 2032.
- Na terça-feira, o Brasil recebeu o primeiro caça Gripen F, previsto no acordo de 2014.
- O Gripen F é biposto (piloto e copiloto) e costuma ser usado para treinamento; o Gripen E é monoposto e voltado para combate.
- A Saab afirma estar pronto para as negociações e mantém acordo de compartilhamento de tecnologia com a Embraer; a frota da FAB hoje inclui F-39E Gripen, entre outras aeronaves.
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que avalia a compra de mais 20 caças suecos Gripen E, para ampliar a atual frota no âmbito do Projeto F-X2. O acordo pode ser feito por meio da ampliação do contrato existente, ainda sem assinatura.
Na prática, a ideia é aumentar o número de Gripen no Brasil além das aeronaves já previstas. Na última terça, a FAB recebeu o primeiro Gripen F, previsto originalmente no acordo de 2014, que contemplava 36 jatos até 2032.
A Saab, fabricante dos caças, confirmou estar pronto para iniciar negociações e expandir a frota brasileira de Gripen. A parceria envolve compartilhamento de tecnologia com a Embraer.
Sobre os modelos Gripen F e Gripen E
O Gripen F é biposto, com espaço para piloto e copiloto, e costuma ser utilizado para treinamento. O Gripen E é monoposto, destinado principalmente a operações de combate.
O Gripen F traz sensores avançados equivalentes aos do Gripen E, mas a segunda cabine facilita missões com instrução. A versão E é ligeiramente menor em comprimento, mantendo perfil de aeronave de ponta.
A FAB atualmente opera A-1M, A-29 Super Tucano, F-39E Gripen e F-5M Tiger II. A linha F-39 Gripen é produzida pela Saab. Nenhum contrato de aquisição adicional foi assinado até o momento.
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