Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Jovens abandonam a carreira de influenciadores em busca de anonimato

Geração Z abandona a busca por fama: 79% prefere vida privada; apenas 5% quer ser criador de conteúdo, buscando sucesso e estabilidade

Uma reviravolta no mercado: pesquisa revela que a Geração Z cansou das redes sociais e quer distância da fama. Descubra qual celebridade virou o maior modelo deles
0:00
Carregando...
0:00
  • Pesquisa da Yahoo mostra que jovens com menos de 30 anos buscam sucesso estável e privacidade, não a fama como antes.
  • Quando perguntados sobre modelos, 13% indicaram Zendaya; 36% não se inspirariam em nenhuma figura pública listada, e ninguém atingiu dois dígitos entre nomes como Elon Musk, Taylor Swift ou LeBron James.
  • Fachas de atuação fora do estrelato ganham destaque: 18% querem ser empreendedores de tecnologia, 17% desejam ser intelectuais ou professores respeitados e 14% sonham em ser médicos.
  • Apenas 5% dos jovens gostariam de ser criadores de conteúdo ou influenciadores; 79% preferem uma vida totalmente privada, enquanto 9% ainda desejam fama.
  • A especialista Rachel Janfaza aponta que a geração busca trajetórias mais autênticas e, muitas vezes, offline, com foco em trabalho com propósito e menos exposição.

O cansaço do algoritmo: jovens buscam anonimato e mudam de prioridades, aponta pesquisa exclusiva. A Geração Z, considerada obcecada por fama, mostra forte interesse por sucesso estável e menor exposição pública. O estudo é conduzido pela Yahoo e analisa menos de 30 anos.

Entre os entrevistados, Zendaya aparece como inspiração apenas para 13% dos jovens. Nomes como Elon Musk, Taylor Swift e LeBron James não atingem a preferência de dois dígitos. A maioria, 36%, não se inspira em nenhuma figura pública listada.

O desejo por modelos menos visíveis se consolida ao avaliar trajetórias profissionais. 18% querem empreender em tecnologia sem manter fama pública, 17% valorizam carreira de intelectual ou professor, e 14% desejam atuar como médicos.

A pesquisa aponta que apenas 5% desejam ser criadores de conteúdo ou influenciadores. Esse recorte contrasta com a Morning Consult de 2023, que mostrava mais da metade da Geração Z aspirando viver da internet.

Especialista apontada pela Yahoo, Rachel Janfaza, afirma que a pressão para estar sempre conectado cansa. Jovens da faixa estudada preferem redesocialização dos seus hábitos e mantêm menos exposição pública.

De acordo com a pesquisadora, há um movimento em direção a um comportamento mais autêntico e menos exibicionista, com maior valorização de atividades offline. Isso marca o “renascimento” do analógico entre jovens.

A análise também indica que, mesmo buscando sucesso, muitos desejam manter privacidade. Dados mostraram que 79% preferem uma vida privada, enquanto 9% ainda desejam fama.

O estudo discute ainda o aspecto financeiro da nova orientação. Entre criadores que monetizam conteúdo, quase metade ganha menos de US$ 15 mil por ano, o que contribui para a reavaliação de caminhos profissionais.

Especialista da Rutgers, Mark Beal, comenta que a geração prioriza trabalhos com propósito e impacto social. O foco fica em carreiras que conciliam relevância, estabilidade e menor exposição pública.

Ao longo da pesquisa, o objetivo é compreender mudanças de comportamento da Geração Z frente ao ambiente digital, destacando uma tendência de busca por equilíbrio entre vida pública e privacidade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais