- Luís, 8 anos, enfrenta câncer que voltou e se espalhou pela coluna; tratamento inicial ocorreu em Blumenau, após cirurgia e quimioterapia em 2024.
- Em maio, após viajar para Portugal para visitar a irmã, o garoto sentiu fortes dores durante o voo e, em Lisboa, foi diagnosticada metástase na faringe, face e cabeça.
- A família busca transporte sanitário com um voo da Força A Aérea Brasileira para voltar a Santa Catarina, pois companhias aéreas recusaram pelo risco envolvido.
- O governo de Santa Catarina não/financiou a viagem, e o governo Lula não autorizou o uso da FAB para o resgate.
- O Itamaraty foi consultado sem resposta; a família solicita intervenção diplomática e humanitária para trazer Luís de volta ao Brasil.
O caso envolve Luís, um menino de 8 anos de Balneário Camboriú, que luta contra um câncer agressivo. Após diagnóstico em 2024, ele chegou a Blumenau para tratamento e, em 2025, o câncer voltou com metástase no seu corpo. A família busca retorno ao Brasil para continuar o tratamento.
Em novembro passado, o garoto acompanhou o ministro da Saúde em Blumenau, onde foi inaugurado um acelerador linear no Hospital Santo Antônio. A ação foi recebida como avanço na saúde da região, mas acabou gerando expectativa diferente para Luís.
No dia 11 de maio, Luís viajou com a família para Portugal para tratar a doença. Durante o voo, o menino sentiu fortes dores e, ao chegar a Lisboa, foi encaminhado a um hospital especializado. Exames indicaram metástase na faringe, face e cabeça.
Transporte sanitário e dificuldades administrativas
Desde então, a família tenta viabilizar um voo da Força Aérea Brasileira para trazer Luís de volta a Santa Catarina, a fim de retomar o tratamento com o equipamento entregue pelo governo. Companhias aéreas haviam rejeitado o traslado por riscos envolvidos.
O governo de Santa Catarina não autorizou o uso de um avião da FAB, citando custos estimados em 1,2 milhão de reais. O governo federal, sob o governo Lula, não liberou a operação. O Itamaraty foi procurado pela família, sem resposta pública até o momento.
A mãe de Luís, Gisele, pediu intervenção diplomática e humanitária para o transporte sanitário do filho. Segundo ela, cada hora fora do Brasil aumenta o risco à vida do garoto, que precisa retornar para receber tratamento compatível com a máquina instalada em Blumenau.
A família continua aguardando informações oficiais sobre possíveis alternativas para o retorno seguro de Luís ao estado de Santa Catarina e à rede de saúde local. Em meio à tensão, o caso permanece sem solução anunciada.
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