- O julgamento do Caso Henry Borel resultou no perdão judicial para Monique Medeiros e na condenação de Jairinho a 43 anos de prisão.
- Leniel Borel, pai da vítima, disse à Record News que ver Monique sair pela porta da frente provoca revolta e leitura de misoginia no caso.
- Ele contestou o argumento da juíza Elizabeth Machado Louro de que a perda do filho e a exposição pública justificavam o perdão, lembrando que os jurados a condenaram por homicídio culposo.
- Leniel questionou que tipo de perdão existirá para o Henry e para a família, já que o menino não poderá voltar.
- Sobre Jairinho, o pai afirmou que não pretende recorrer, mas disse que a justiça não existe para ele.
Após o julgamento do Caso Henry Borel, Monique Medeiros recebeu perdão judicial e Jairinho foi condenado a 43 anos de prisão. O tribunal manteve a responsabilização de Monique como autora do perdão, enquanto o ex-vereador Jairinho foi condenado por homicídio culposo.
O pai da vítima, Leniel Borel, concedeu entrevista à Record News e manifestou revolta com a decisão. Afrente à saída da mãe do menino, ele afirmou que vê misoginia na sentença e que o perdão não pode apagar o sofrimento da família.
Leniel criticou o argumento da juíza Elizabeth Machado Louro, de que a perda do filho e a exposição pública justificavam o perdão. Disse que, para a família, não há perdão capaz de trazer Henry de volta.
Sobre a condenação de Jairinho, Leniel afirmou não pretender recorrer da decisão, mas disse não ficar satisfeito com o resultado. Garantiu que a justiça não apresenta alívio para a dor da família.
Reação da família e desdobramentos
A entrevista ressalta a percepção de parte da família sobre tratamento judicial e o impacto público do caso, que ganhou repercussão nacional. A defesa de Monique Medeiros pediu perdão judicial em favor da mãe.
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