- Donald Trump nomeou Bill Pulte como diretor interino de inteligência nacional, cargo que será ocupado de forma temporária.
- Pulte não possui experiência em inteligência e é visto como aliado de Trump; a indicação ocorreu após a saída de Tulsi Gabbard.
- O presidente disse que a temporariedade é intencional e que Pulte pode ser eficaz por um curto período, destacando “energia” e “integridade”.
- A nomeação gerou críticas bipartidárias, com líderes republicanos e democratas dizendo que o cargo exige profissionais com experiência em segurança nacional.
- Trump afirmou, sem evidência, que democratas estariam fraudando as primárias da Califórnia; o gabinete do procurador do condado de Los Angeles disse não ter comentário.
Donald Trump indicou Bill Pulte como diretor interino de Inteligência Nacional, em meio a acusações não verificadas sobre urnas e votos. A nomeação ocorreu nesta semana, e Pulte deve atuar apenas de forma temporária no cargo.
Pulte é hoje diretor da Federal Housing Finance Agency, mas não possui experiência prévia em Inteligência Nacional. A escolha ocorre após a saída de Tulsi Gabbard do cargo, abrindo espaço para a nomeação.
O anúncio gerou críticas bipartidárias. O líder da minoria no Senado, John Thune, disse que o país não precisa de um diretor de inteligência “weaponizado” e que o indicado terá um caminho difícil para uma nomeação permanente. Outros senadores ressaltaram a necessidade de experiência em segurança nacional.
Paralelamente, o senador Mitch McConnell afirmou que o cargo exige ampla experiência em segurança nacional, condição que não foi atendida segundo ele. Já o senador Mark Warner, Democrata da comissão de Inteligência, criticou a escolha, sugerindo motivação política por trás da nomeação.
Até o momento, não há evidências públicas que apoiem as alegações sobre fraude eleitoral feitas por Trump. O ofício do Ministério Público dos EUA na Califórnia não comentou as alegações, segundo a imprensa, mantendo o desfecho em aberto.
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