- Philippe Vergne passa a ocupar, a partir de 1º de outubro, o cargo de diretor artístico e curador-chefe do Bass Museum of Art, em Miami, posição recém-criada.
- Ele chega após cumprir desde 2019 o mandato como diretor do Serralves Museum of Contemporary Art, em Porto, Portugal.
- Silvia Karman Cubiñá, diretora executiva e curadora-chefe desde 2008, passa a atuar apenas como diretora executiva.
- O novo diretor traz experiência de cargos em grandes museus europeus e norte-americanos, incluindo Museu d’Art Contemporain de Marselha, Walker Art Center, Dia Art Foundation e Museum of Contemporary Art Los Angeles.
- A contratação ocorre durante o planos de expansão do Bass, com conclusão prevista para 2027.
Philippe Vergne assume o cargo de diretor artístico e chief curator do Bass Museum of Art, em Miami Beach, a partir de 1º de outubro. Ele chega à instituição em meio a planos de expansão e mudanças administrativas.
O veterano de museus deixa o Serralves Museum of Contemporary Art, em Porto, onde comanda desde 2019. A transição ocorre enquanto o Bass passa por uma ampliaçao anunciada para ser concluída em 2027.
Silvia Karman Cubiñá, executiva que dirige o Bass desde 2008, destaca a experiência internacional de Vergne e a visão da instituição para artistas de diferentes culturas. Ela manterá o papel de executiva.
Vergne expressou entusiasmo ao integrar a equipe, elogiando o trabalho de Cubiñá na criação de uma instituição centrada na arte contemporânea e na transformação de ideias. O anúncio reforça a ênfase do Bass na curadoria global.
O currículo de Vergne inclui cargos em Marseille, Minneapolis, Nova York e Los Angeles. No Walker Art Center, Dia Art Foundation e MOCA Los Angeles, ele coordenou exposições e disputas institucionais de alto perfil.
Em Porto, Vergne supervisionou ampliações e exposições de artistas como Ai Weiwei, Yoko Ono e Maurizio Cattelan. A atuação no Serralves ocorreu durante período de reforço da programação internacional.
O Bass anunciou a chegada do novo diretor na esteira de seu plano de expansão, desenvolvido pela firma Johnston Marklee, com conclusão prevista para 2027. A instituição foi fundada em 1964 e abriga centenas de obras de arte contemporânea.
Fonte de referência indica que a mudança reforça o posicionamento do Bass em Miami Beach como polo de arte contemporânea, mantendo foco na diversidade de meios e culturas. A equipe do museu não divulgou outras informações adicionais.
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