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Mulher que fingiu ter 12 anos é procurada pela Justiça de Minas desde 2023

Mulher de 37 anos que fingia ter 12 anos continua não localizada; processo em Teófilo Otoni permanece suspenso desde 2024 por citação por edital

Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, rodou o Brasil fingindo ter 12 anos
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  • Em 2023, o Ministério Público de Minas Gerais denunciou Amanda Maria Souza de Oliveira por denunciação caluniosa e falsa identidade; ela tornou-se ré no mesmo ano.
  • A Justiça não conseguiu localizá-la para citação pessoal, recorrendo a edital publicado em 15 de janeiro de 2024; Amanda não apareceu nem apresentou defesa.
  • O processo em Teófilo Otoni, no vale do Mucuri, envolve uma mulher que se apresentava como Beatriz Oliveira Xavier Maciel, alegando ter 12 anos para pedir ajuda após chegar à cidade com uma identidade falsa.
  • A investigação indicou que a história incluía fuga de prostituição e suposto crime de estupro de vulnerável, com depoimentos de um auxiliar de serviços gerais que negou o abuso.
  • O juiz suspendeu o andamento do processo em março de 2024, mantendo-o pausado até que Amanda seja localizada, com prazo prescricional estendido até 2035.

Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, é alvo de uma ação penal em Minas Gerais por denunciar injustamente uma pessoa por estupro, usando identidade falsa. O processo ainda corre desde 2023, mas ela não foi localizada pela Justiça.

Denúncia e ordem de citação

A promotora Ingrid Bispo dos Santos denúnciou Amanda em agosto de 2023 pelos crimes de denunciação caluniosa e falsa identidade. Em setembro do mesmo ano, ela tornou-se ré, porém não houve citação pessoal.

Busca e suspensão processual

Diversas tentativas de localizá-la foram feitas sem sucesso. Como não houve apresentação de defesa, o processo foi citado por edital em janeiro de 2024 e, em março, suspenso por tempo indeterminado até que Amanda seja localizada ou se apresente.

Caso em Teófilo Otoni

O inquérito tramita na 1ª Vara Criminal de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. A denúncia aponta que Amanda, com identidade falsa, buscava acolhimento e assistência material, contribuindo para a abertura de investigação por estupro de vulnerável contra um homem inocente.

Desdobramentos do caso

Durante a apuração, o homem citado negou o abuso e informou que, ao pedir abrigo, a suposta menor alegava ter 22 anos; o relacionamento, segundo ele, foi consensual. A suposta criança teria sumido da cidade, e uma conselheira tutelar associou o caso às investigações em andamento.

Caso relacionado a Joinville

Em Joinville, Santa Catarina, Amanda foi acolhida por uma família por 14 meses, sob a suposta identidade de uma menina vulnerável. A família organizou uma festa para comemorar a idade da jovem; a denúncia de parentes levou à prisão da suspeita na semana anterior.

Contexto adicional

Ao longo de 2017, a atuação de Amanda já havia sido observada em Belo Horizonte, sob outro nome. Em Minas, a investigação segue suspensa, sem data definida para retomada até a localização ou apresentação da ré.

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